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Artesanato / Madeira / Pintura / Boneco de Neve

07/12/2011

Objeto de Decoração de Natal

Nossa escolha de projeto faça você mesmo de bricolage desse mês envolve mais um pouco de madeira recortada e pintura. Escolhemos a figura do Boneco de Neve por ser um dos símbolos do Natal com um traçado simples de fácil execução. O tamanho sugerido no projeto é de 65cm, mas você poderá colocar na proporção que quiser. Segue o projeto.

Materiais necessários:

- um pedaço de madeira compensada de 5mm de espessura no tamanho suficiente para realizar seu projeto;
- lápis macio para riscar a madeira
- máquina de serra tico-tico;
- lixa 180 para madeira;
- pincéis, fino e chato;
- tinta látex para fundo;
- tintas esmalte sintético nas cores branca, vermelha, verde e preto;
- fio de nylon.
 

Depois de determinar o tamanho que quer seu boneco, risque sobre a madeira compensada. Recorte o contorno com a ajuda da serra tico-tico (use uma serra de  acabamento fino para evitar de levantar lascas na borda do compensado).

Depois de recortar tudo é o momento de lixar as bordas para eliminar as lascas que possivelmente tenham se soltado. Evite arredondar a borda da madeira ao lixar. Lixe de forma plana com a superfície da madeira em forma de círculos. Nas bordas, segure a madeira firmemente e passe no sentido do topo das fibras (apenas para tirar alguma imperfeição).

Para evitar que a madeira absorva muita tinta e também para diminuir as imperfeições de sua textura, uma demão de tinta látex aplicada com pincel ou rolinho de espuma se faz necessária. Lixar após bem seca.

Agora estamos prontos para pintar. Esta pintura é uma sugestão apenas. Você pode ter a sua ideia para a escolha de cores do cachecol, da cartola e até acrescentar mais elementos ao visual, como festões, luzes, etc. Para pendurar, faça pequenos furinhos no topo da cartola e passe um fio de nylon que servirá de alça no verso para pendurar em um prego ou elemento da sua porta.

Outros desenhos podem ser aproveitados para aumentar os elementos de decoração. Experimente!

Feliz Natal a todos!

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Artesanato / Madeira / Pintura / Cursores

23/10/2011



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Objeto de decoração de parede

Nosso projeto de bricolage envolve duas sugestões de elementos para decorar a parede próxima ao computador ou onde preferir. Sempre no estilo decoração faça você mesmo. São as duas formas mais comuns de cursores de computador, a seta e a mãozinha. Abaixo, os projetos de cada tipo de cursor:

A madeira usada para este projeto é o MDF de 1cm de espessura. Para sua confecção precisaremos de:

  • 1 pedaço de MDF de no mínimo 30 x 24cm
  • Lápis preto
  • Máquina de serra tico-tico
  • Lima fina
  • Lixa para madeira 180
  • Pincel
  • Solvente de tinta
  • Base seladora para madeira
  • Estilete
  • Tinta esmalte sintético na cor branca
  • Tinta esmalte sintético na cor preto fosco
  • Adesivo preto.

Após transferir o desenho do projeto fornecido usando carbono ou qualquer outra forma, divide-se a madeira para facilitar o corte, que será a próxima etapa.

Neste passo o corte será feito com uma máquina de Serra tico-tico, e portanto todo cuidado deverá ser tomado. Óculos protetores são indispensáveis. Como o pedaço a ser recortado é pequeno, a peça deverá estar presa com grampo à bancada de trabalho para evitar acidentes com as mãos. Para que este recorte seja bem feito não se deve ter pressa. Os cantos onde se encontram os cortes devem merecer toda atenção, pois o momento de parar o avanço da serra é que determina a precisão desta aresta interna e externa. Pratique em um outro pedaço até adquirir este controle de acabamento.

Para que o acabamento do corte fique o melhor possível, utilize-se de uma lima fina e de uma lixa 180 para madeira. Passando primeiro a lima e depois a lixa, qualquer rebarba do corte desaparecerá ou será muito atenuada. Passe de forma bem leve sobre a superfície para que a base seladora pegue bem.

Antes de pintar com a tinta branca é necessário uma demão de base seladora para madeira, pois o MDF é um material muito absorvente. Com esta demão, a madeira consumirá menos tinta, evitando inúmeras demãos para dar cobertura. Após secar a demão da base seladora, aplique a tinta esmalte sintético na cor branca por cima e aguarde a sua total secagem. As laterais também devem ser pintadas. No caso do cursor em formato de mão, as laterais e as arestas deverão receber uma pintura na cor preto fosco.

Aguarde a total secagem da peça e para finalizar, com o adesivo preto recortado em tiras de 1 cm de largura, faça os detalhes pretos na parte superior da peça. Tenha como referência o desenho do projeto.

No caso do cursor tipo seta, a parte que deve ficar preta é a central. Para tanto, recorte o adesivo preto (conforme modelo do desenho) e aplique sobre a peça. Pressione bem sobre a superfície usando um pano que poderá servir para empurrar para as extremidades as possíveis bolhas que venham a se formar. Caso não consiga levá-las até a bordas, recomendamos que faça um furinho com a ajuda de um alfinete e pressione para sair o ar aprisionado.

Pronto. Seus cursores estão terminados. Agora, para encerrar, faça um furo (que não deve exceder a espessura do MDF) bem no centro da parte de trás, para pendurar na parede com um pequeno preguinho.

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Ferramentas / Alicate

06/09/2011

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Nesse post escolhemos uma ferramenta das mais utilizadas pelo homem, de uso geral e comum, o ALICATE. Ele é composto por duas hastes  que se cruzam, e usando um ponto de apoio como alavanca transferem e ampliam a força aplicada por seu usuário. Forte e versátil, em sua grande maioria são fabricados em aço temperado. A origem do nome é árabe (al likkát ou al-liqât) que significa “tenaz”. Seu funcionamento basicamente se trata da força da mão que, aplicada aos cabos, transfere este torque à cabeça, conferindo a este qualidades de uma pinça extremamente forte. Muito útil para segurar, apertar, torcer e cortar. Fora o modelo mais utilizado (Universal), o design da extremidade varia para ser adaptado a tarefas específicas como se fosse uma mão, ou um prolongamento da mão.

AS PARTES DE UM ALICATE SÃO:

Cabeça do Alicate: é a parte que executa a ação. Na maioria das vezes é nesta área que são feitas as modificações de design para se adequar ao tipo de necessidade do usuário. Na sua grande maioria é composta por mordedores e lâminas de corte.

Articulação:  ponto que une as duas partes que formam o alicate. É neste ponto que por alavanca a força é transferida para a cabeça. Como são duas alavancas recebendo força de direções opostas, o material é prensado sob extrema pressão.

Cabos: são os responsáveis por transmitir a força através da alavanca formada pela articulação. De tamanhos variáveis conforme a necessidade da força, possuem na sua maioria um isolamento que lhe conferem: conforto na pega, aderência, proteção mecânica e isolamento elétrico.

Com relação ao isolamento elétrico, quando um alicate é isolado corretamente, em seu cabo constará uma marcação. (Conforme Norma NBR 9699 e Norma Regulamentadora 10 – NR10)

ALICATE UNIVERSAL: o mais popular, por ter características mais comuns a todos os trabalhos. Uma boa área de dentes, uma ou mais áreas de corte e principalmente uma excelente resistência. Usado  na maioria das vezes em trabalhos de mecânica, eletrônica e construção civil.

ALICATE BOMBA D’ÁGUA: Por ter várias regulagens de tamanho final da pega, este é ideal para reparos hidráulicos e gás, pois sua regulagem se adapta a vários tamanhos de canos de PVC, ferro ou cobre e mangueiras, bem como terminais. Ferramenta útil para sua caixa de ferramentas, pois dada a facilidade e rapidez de ajuste ao objeto, torna-se indispensável em emergências de vazamentos. Conhecido também por Alicate Bico de Papagaio.

ALICATE DE PRESSÃO: possui um sistema de alavancas que multiplicam ainda mais a força do alicate. Sistema de trava permite manter o objeto travado no aperto, com uma potência de fixação que chega perto de 1 tonelada. Tendo vários modelos com variações no desenho do seu bocal, ele se adapta com facilidade aos mais diversos perfis e utilidades. Facilita o trabalhar sozinho.

ALICATE TORQUÊS: próprio para arrancar e segurar objetos. Corta arames, pregos, algumas espessuras baixas de vergalhões, cascos de animais e azulejos, tudo isso graças a pequenas alterações de formato em seus modelos. Quanto mais longo seu cabo, maior força é inferida ao objeto entre as lâminas. Muito usada na construção civil para armar e prender com arames as estruturas de ferro.

ALICATE DE CORTE FRONTAL: semelhante ao torquês, tem sua cabeça diferente dos alicates tipo universal, proporcionando pegas melhores e corte rente com excelente acabamento.

ALICATE DE BICO: tem a mesma função dos modelos comuns, porém seu formato da cabeça se adapta às necessidades da função a que se vai utilizá-lo. Disponível em vários modelos, que incluem desde bicos arredondados para artesanato e bijuterias, como alguns de bico torto, bico achatado, bico sem ranhuras para não marcar o material e etc. Muito útil em trabalhos que pedem precisão e firmeza.

ALICATE PARA CRIMPAGEM: são ferramentas próprias para colocação de terminais nos cabos de telefone e internet. A ferramenta descasca os finíssimos fios com precisão, e também realiza a colocação do terminal nestes fios e por meio de pressão esmaga parte do terminal com pequenas facas que furam a cobertura do fio, criando contato e fixando firmemente.

ALICATE DESCASCADOR DE FIOS: como o próprio nome indica, esta é a sua função. Com terminais afiados e uma porca reguladora da profundidade do corte, este é apertado contra a capa isolante e se bem regulado retira apenas esta capa isolante do fio sem danificar o cobre interno, facilitando e dando rapidez a um trabalho repetitivo. Usado na elétrica e eletrônica.

ALICATE DE CORTE: com a aparência de um alicate de unhas reforçado, este alicate transfere muita potência ao corte, sendo indicado conforme, o tamanho utilizado, para indústria ou artesanato e eletrônica.

Mostramos aqui apenas alguns modelos de alicates de uma infinidade existente. Dada a sua versatilidade, é impossível pensar em um kit básico de ferrementas sem pelo menos o modelo Universal. No caso de ferramentas, a marca e o investimento feito agregam qualidade, precisão e durabilidade desta ferramenta que, se bem cuidada, fornecerá muito tempo de bons serviços.

CUIDADOS COM O SEU ALICATE:

  • Cada alicate tem sua função específica, mas existem funções que realmente não são para esta ferramenta.
  • Não usar para bater pregos ou arrancá-los;
  • Não usar para desatarraxar parafusos;
  • Não segurar peças muito próximas a áreas que estarão sendo soldadas ou aquecidas;
  • Não exceder a bitola máxima de corte;
  • Evitar cortar fios elétricos em que ainda esteja correndo energia, principalmente sem cabos isolantes na ferramenta;
  • Não utilizar solventes para sua limpeza, pois o material isolante poderá sofrer danos;
  • Deve sempre ser guardado seco, e eventualmente a parte de metal exposta deve receber uma fina camada de micro óleo;
  • Não utilizar extensões no cabo para aumentar sua força, pois poderá estar saindo das especificações do material;
  • Não alterar as características de seu alicate soldando ou cortando partes, isso poderá enfraquecê-lo;
  • Use sempre óculos de proteção.
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Projeto / Madeira / Baú Guarda Coisas

11/08/2011

Dutra Máquinaspost patrocinado por:

Neste post vamos apresentar o projeto para confecção de um Baú em MDF para guardar brinquedos e outras coisas que você precisar. Primeiramente, o desenho do projeto:

Desenho Técnico das partes do baú

A madeira usada neste projeto foi a MDF (Madeira De Fibra) na espessura de 9 mm, mas recomendamos a utilização de espessura mínima de 15 mm.  Em nosso desenho acima o projeto já esta com suas medidas feitas a partir de um MDF de 15mm.

Nosso primeiro passo é o corte da chapa de MDF para obtenção das partes do Baú. O MDF exige alguns cuidados e alguns deles explicarei em uma matéria mais para a frente. O MDF até pode ser cortado no serrote bem afiado mas as chances de lascas são grandes, pois o MDF tem melhor acabamento com máquinas de cortar de alta velocidade. Tanto a serra Tico-tico como a serra circular com dentes de vídea são recomendadas para um melhor acabamento. Risque a prancha e mãos a obra.

serra circular cortando a pranchaplacas de MDF cortadas

Recorte as laterais da tampa. Esta, por causa da curva, aconselha-se uma Serra Tico-tico em sua velocidade máxima.

Em seguida a todos os cortes verificamos se o acabamentos destes cortes estão bem feitos (caso contrário, passe uma lixa 180 para madeira) e vamos à montagem das partes. IMPORTANTE: Para essa montagem usar parafusos de haste reta e rosca soberba ou pregos estriados ou annular. São parafusos e pregos usados em paredes Drywall (paredes de gesso especiais). Deve ser usada cola para ajudar a fixação, sendo que as recomendadas são as de PVA ou Cola de contato.

pregando as laterais pregando as laterais da tamps

Pego Anular

Com as paredes pregadas e coladas chega o momento de se fixar o fundo, pois tendo a medida externa do baú, colocará o retângulo do fundo no esquadro. Em tudo que fazemos o esquadro da peça é o que dá a precisão dos encaixes e a beleza de uma peça bem montada. Neste passo também colocamos as ripas que acompanharão a curvatura da tampa. Para não errar, coloque (pregando e colando) as ripas das pontas e a do centro e depois como são em número ímpar, vá distribuindo para que os intervalos fiquem iguais. Na parte externa do fundo, em cada extremidade, deverá ser colada e pregada 2 (duas) partes das menores de MDF para fixação das rodinhas com parafusos. Após esta operação a colocação de dobradiças fixando a parte posterior da tampa ao corpo do Baú já pode ser feita.

colocando ripas na tampa colocando rodizios

Estas mesmas partes menores de MDF devem ser coladas e pregadas por dentro da parte dianteira da tampa com a finalidade de guiar e dar perfeição ao fechar da tampa do baú. E também por dentro em cada canto interno do baú, na medida que lhe for conveniente, visando segurar a tábua que divide a área interna do baú tornando-o melhor aproveitado. Na placa que será colocada como divisória, recomendo que sejam cortadas duas aberturas laterais (nesse caso, dois semi-círculos) para que fique mais fácil sua remoção.

guias para tampa lado intrno do baú

Para evitar que a tampa (que agora já tem um peso maior) vire sem limites para trás, coloque em cada lado interno do Baú e lado interno da tampa uma corda de nylon tipo corda de varal amarrada a um conjunto de parafuso e porcas conforme a ordem indicada na ilustração.

limitador abertura da tampa fixação lado interno baú

sistema de fixaçãoPartes do Baú montadas

Pronto. Agora é só pintar (se preferir)!

Baú fechado Baú de tampa aberta

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Jardinagem / Trocando plantas de Vasos

04/07/2011
Dutra Máquinas

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Inaugurando nossa área de Jardinagem, vamos mostrar aqui um maneira de trocar suas plantas de vaso. Várias são as necessidades pela qual se deve substituir uma planta de seu atual vaso. Algumas delas seriam: o vaso já está desproporcional à planta que cresceu; está com sua raízes ocupando boa parte do conteúdo deste vaso, ou saindo pelo orifício do fundo; etc.. Em qualquer destas razões a planta tem o substrato da qual retira seus nutrientes diminuído drasticamente, o que compromete o crescimento e desenvolvimento da planta. Vamos ao projeto então.

  

Primeiro, claro, uma planta, nova ou uma que necessita ser trocada de vaso. Um vaso, de preferência de barro, pois os vasos de barro ou cerâmica absorvem parte da água da rega, mantendo a umidade e a temperatura interior fresca. Sua base não deve ser tão pequena para que o equilíbrio seja mantido com o crescimento da planta. Como se trata de um vaso e não um cachepot, o fundo deverá ser furado.

  

Para evitar que a água se mantenha no fundo do vaso, empapando a terra, ou a que a terra saia pelo furo no fundo do vaso, recomenda-se que se coloque ou essas bolinhas de argila cujo nome comercial é “argila expandida” ou cacos de azulejos, pedrinhas ou até mesmo pedaços de vasos que quebram. Isso auxilia na drenagem deste vaso. A terra, esta deverá ser uma terra já tratada e rica em nutrientes. As mais comuns são a terra preta, a terra com húmus, a terra estercada, a dubada, etc…

  

Alguns outros materiais são igualmente necessários: pás, ancinhos, garfinhos, etc… todos em tamanho proporcional a cuidados em vasos. Os caquinhos ou argila expandida devem ser colocados no fondo do vaso de modo a não ipmedir o escoamento da água , mas manter a terra em seu interior.

  

Sobre estes cacos a terra deverá ser colocada até aproximadamente a metade do vaso ou o suficiente para a planta e sua raiz ficarem próximas da borda. O torrão da raiz, se for replantio por problemas de excesso de raiz, deverá receber uma poda desta imensa raiz e seu torrão ligeiramente quebrado. Neste momento a planta deverá ser cuidadosamente retirada do antigo vaso. Para facilitar a retirada do vaso, regue na noite anterior para que a terra fique bem úmida. Segure com a mão a base da planta e, inclinado o vaso, exerça uma pequena pressão para fora. Nos vasos cujas raízes estão tomando todo o seu interior sua extração será mais difícil. Não hesite em quebrar o vaso para não danificar a planta na operação de retirada.

   

Complete com a terra restante e distribua-a pela superfície usando as ferramentas adequadas para a tarefa.

  

Complete com terra até chegar a aproximadamente dois centímetros da borda e regue sem molhar as folhas e as flores até deixar a terra bem úmida sem encharcar . Parabéns, seu vaso está replantado. Dependendo das condições e do clima, molhe a cada 4 dias e adube pelo menos uma vez a cada mês.

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Projeto / Madeira / Apoio para pés

27/05/2011

O projeto para apoio dos pés em mesas de trabalho foi desenvolvido com retalhos de madeira MDF de 20mm de espessura. Comecemos pelo desenho do projeto:

Com a madeira riscada e sua serra tico tico ou circular de mão inicie os cortes. E já que estamos serrando as duas partes (iguais) laterais, aproveitamos e serramos as madeiras cilíndricas (cabos de vassoura) que unirão as duas laterais

  

  

Você poderá observar que na última imagem já aparecem os furos feitos na lateral para prender as madeiras roliças. Observando o desenho do projeto, você poderá notar que, para melhor fixação e também para evitar o jogo das partes com o uso, foi feito um alargamento (com uma broca chata de 25mm de largura) na furação das partes internas das laterais, no ponto onde a madeira cilíndrica encosta na lateral e que deverá ir até a metade da espessura desta lateral. A finalidade disso é que os quatro pontos onde estas encostam se encaixem e recebam cola antes do engatar final e um parafuso pelo lado de fora. Para facilitar o aparafusamento faça um pequeno furo na madeira cilíndrica.

     

O conjunto já esta preso e abaixo mostro os parafusos usados, as arruelas (que no caso de MDF são sempre úteis) e até as arruelas plásticas feitas com  tampa de lata de leite, tesoura e um vazador. Esta precaução visa evitar a erosão provocada pelo mover da parte que necessita ser presa, porém mantendo a mobilidade para se adequar à posição e movimento dos pés.

  

O resultado fica assim. Esse apoio serva para evitar a falta de circulação sanguínea embaixo das coxas e ajuda a flexão dos tornozelos.

Mãos a obra.

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Artesanato / Madeira / Pintura

31/08/2008

PINTURA SHAPE (Prancha) SKATE / BRUSHING SHAPE SKATE

Depois de uma longa ausência estou de volta com mais um projeto. Como pintar o shape ou prancha de um Skate. Primeiramente retire os eixos soltando os parafusos lembrando de deixar sempre em local seguro os parafusos e suas porcas e se possível marcando a posição de cada um. Escolha o motivo ou desenho que será usado. Acho que você já tem idéia bem legal do que vai desenhar.

Escolha a cor base que terá seu Skate tomando o cuidado de cobrir com jornal e fita crepe a parte da lixa, que é onde se pisa, caso não queira pintá-la.

Amplie o desenho e transfira-o para um papel grosso tipo papelão, pois vamos fazer uma máscara para pintura a Spray tipo grafite de rua. Recorte com cuidado com faquinhas tipo estiletes preocupando-se com os cantos que devem estar perfeitos. Esta etapa da trabalho, mas nada fica super se você não tiver se empenhado. Colocar a máscara sobre a base requer que além da mesma estar seca da pintura de fundo, você deve posicionar na posição certa sobre a prancha evitando que fique torta ou fora do lugar planejado e se for preciso coloque fita crepe em forma de rolinho sobre as pontas que tendem a levantar e aperte, para que estas fiquem bem grudadas à base evitando da tinta (preta no caso) entre por baixo da máscara durante a pintura.

Os detalhes são sempre importantes, pois fazem o conjunto mais harmonioso e mais bonito, entao veja como os olhos e a narina foram colocados. Eles estão fixados com cola branca a uma linha de costura que é colada no detalhe. Isto feito são posicionadas de forma a não cobrir com a tinta preta o local que desejamos tenha a cor do fundo. Estas linhas sao esticadas e coladas sobre a base do dragão. Lembre-se de colar os fios na base quando estes detalhes estiverem na posição certa. Hora de mandar tinta. Escolha um local sem vento e dê borrifadas em pequenas áreas sempre no mesmo sentido, cobrindo a extensão toda do detalhe até sair do desenho. Não queira dar toda cobertura na primeira passada de Spray, faça várias demãos deixando um intervalo de 15 minutos entre cada uma até obter um cor sólida. Dica: entre cada demão limpe o bico do spray virando a lata de cabeça para baixo dando alguns jatos curtos até parar de sair tinta, só gaz.  Jatos curtos senão você acaba com o gaz.

Outros grafismos podem ser inseridos usando os mesmos recursos anteriores. Ao terminar lembre-se de limpar o bico do spray para usos posteriores.

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Artesanato / Madeira / Móbile

25/06/2007

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MÓBILE

Nosso projeto de hoje é um Móbile.
(Móbile ou Móbil que são placas ou discos que podem ser de diferentes formas pendurados por fios que se agitam ao vento em movimentos imprevisíveis. Inventados por Alexander Calder (1898-1976) os primeiros móbiles datam de 1932 – Calder foi o primeiro a explorar o movimento em esculturas.

Vamos então ao projeto:

Materiais:
-Placa de MDF de 5 mm de espessura e seu tamanho depende de quantos elementos terá seu móbile. Tome por base que a área total deste que apresentamos é de 150 mm de diâmetro.
-Material de desenho
-Furadeira com broca 8
-Serra tico-tico elétrica ou manual com serra de acabamento fino
-Lixa 120 para madeira
-Tinta látex branca
-Tinta acrílica ou esmalte sintético nas cores de sua preferência.

(Lembre-se de usar óculos protetores, ter a peça a ser cortada bem fixada a uma base e um local para corte, limpo de objetos. Cuidado com suas mãos.

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-Com o projeto em mãos trace o desenho sobre o MDF ou decalque sobre ele.
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-A área em cinza no desenho técnico deve ser retirada. Faça um furo próximo à aresta de onde vai cortar, para que a serra possa entrar diretamente no ponto de corte. Dê preferência a cortar o risco mais externo da área que deverá ser extraída.
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-Recorte com calma e com cuidado, inclinando a serra lentamente para acompanhar o risco curvo.
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-Retirado o disco interno é hora de tirar a diferença do espaço que fica entre os dois círculos para que haja liberdade de movimento entre as peças.
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-Recorte a borda externa do Sol.
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-Lixe as imperfeições deixadas pela operação de serrar, faça os furinhos para os fios e… pronto! Vamos pintar!
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-Primeiro uma demão de branco. (Não esqueça de forrar tudo e limpar os materiais usados para pintura).
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-Depois as cores; a cobertura sobre o branco fica a seu critério, nós achamos que assim, meio manchado, ficou mais bonito.
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-Prenda o fio para unir as 2 peças e em seguida o fio para pendurar o conjunto.
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- Pendure em lugar que permita a passagem do vento para que o seu móbile seja dinâmico. Prenda diretamente no teto ou em um suporte para vaso, que afaste o móbile da parede.
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Artesanato / Arte / Xilografia

21/05/2007

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XILOGRAFIA / XILOGRAVURA

Este sistema é um dos mais antigos métodos de gravação e seu nome deriva do grego xylon (madeira) e grafos (gravar).
O processo xilográfico consiste em entalhar linhas sobre uma prancha de madeira, pensando que as partes visíveis serão as que estiverem em relevo e que as sem impressão serão as que estarão em baixo relevo.

Este tipo de impressão -conta a história- já se praticava no Oriente desde o século VII e era utilizado especialmente para a estampa de tecidos. Aparece na Europa muito tempo depois e os primeiros registros são do século XIV em estampas religiosas e calendários. Com a difusão do papel na Europa no século XV houve uma expansão da xilografia. A maior expressão da xilogravura tem destaque na Alemanha com a presença de Albert Dürer (1471-1528). Outro artista, no século XVII destacou-se na xilografia, Lucas Cranach e a partir do século XVII começa a substituição da base de madeira pela de metal.
Graças à precisão artística alcançada pela técnica, no século XIX foi muito utilizada para a ilustração de livros e de periódicos.

adurer-melancolia01.jpg Lucas Cranach-Werwolf

Vamos aos passos para a confecção de xilogravuras:

1- Escolha uma base de madeira uniforme para que a impressão seja homogênea; evite madeiras com defeitos ou nós. A madeira pode ser de qualquer espécie e no Brasil temos muita disponibilidade de madeiras com as características certas como a peroba rosa, a peroba do campo, o pequia marfim , a goiabeira, a canela etc…
A regra básica diz que em trabalhos muito detalhados usa-se madeira dura e em trabalhos com grandes áreas menos detalhadas podem ser usadas madeiras mais macias tipo cerejeira, cedro e pinho. Há a necessidade de se preparar a madeira com lixas cada vez mais finas para eliminar qualquer imperfeição e deixar a superfície como se tivesse sido polida. Aí estará pronta para receber o desenho e o entalhe.

2- Escolhido o desenho deve-se transferi-lo usando carbono ou pode-se desenhar diretamente na madeira. Escolha uma maneira de determinar o que será escavado e o que ficará; para isso pode-se usar tinta nanquim nas áreas que ficarão ou achurar (riscar leve e continuamente) com o lápis. Lembre-se, que o desenho ficará invertido; se for escrever algo, as letras deverão estar invertidas da mesma forma que um carimbo.

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3- As ferramentas para o entalhe podem ser a goiva,

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o buril,

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formão e a faca. Com cada formato de ponta se obtém um resultado de acabamento e precisão diferentes, o que deve ser testado e experimentado em outro pedaço que não será usado para saber o que esperar de cada tipo.
Devem estar sempre bem afiadas e depois de usadas, ser armazenadas com muito cuidado.
Acidentes durante o entalhe são frequentes e para evitá-los faça você mesmo algum tipo apoio para evitar que a base se mova e escape da sua mão.
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4- É hora de começar! Escolhidas as ferramentas, entalhe e retire da superfície o que não vai querer que saia na impressão. Lembre-se: a profundidade do entalhe está diretamente ligada à limpeza da área sem impressão; se não for tirado o suficiente, ao entintarmos a madeira corremos o risco de a tinta encostar na área determinada para não imprimir e surgir como impressão numa área não desejada. Com o tempo e a prática você poderá fazer experiências, como riscar áreas que deveriam ser pretas chapadas e criar com isso, diferentes efeitos e texturas.xilogravura-01a.jpg
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5- Original pronto, vamos à impressão. Sobre uma superfície lisa (vidro, granito etc…) coloque uma pequena quantidade de tinta e com o auxílio de um rolo (especial para entintar) espalhe a tinta até obter uma distribuição homogênea; isso é necessário para distribuir uniformemente a tinta no rolo. Passe em seguida o rolo sobre a matriz de madeira, preferencialmente no sentido da fibra e entinte uniformemente, sem pressionar.

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Rolo Entintar Xilografia

Em seguida, com toda a delicadeza pouse o papel para onde será transferida a tinta por sobre a matriz e munido de uma colher de pau esfregue o fundo da colher sobre o papel que está sobre a matriz em movimentos circulares e exercendo pressão suficiente.

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Depois de perceber que toda área de impressão foi trabalhada, retire o papel puxando por uma das pontas, levantando lentamente.

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Esta primeira prova é chamada de “Prova de Estado” ou “PE”. Após algumas PE a madeira já deve ter absorvido bem a tinta, proporcionando provas sem falhas e então é hora de fazer as cópias que poderão ser numeradas; caso pretenda fazer 50 copias dessa matriz, na primeira escreva a lápis em um canto de sua gravura 1/50 e assine sua obra, 2/50 e assinatura e assim por diante. Se for comercializá-las essa numeração será importante. Caso escolha algumas para você mesmo, (o que geralmente oscila entre 10% do total), essas provas serão chamadas de “Prova do Artista” ou “PA”, e deverão ter antes do número, a sigla PA.
Deixe secar muito bem antes de colocar uma cópia sobre a outra.
Parabéns.

Obs.: Existem outros materiais sobre a qual se podem fazer entalhes obtendo também boas impressões e são eles a madeira compensada e o linóleo. Outro material que surgiu recentemente e vem fazendo sucesso na indústria moveleira é o MDF que tem superfície bem lisa, e também muito boa para entalhar pois não tem direção de fibras.
Obs.: A colher de pau é uma adaptação dos nossos dias mas é o “Baren” a ferramenta correta para pressionar o papel contra a matriz de forma homogênea

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Muito importante em nossa cultura, a arte da Xilografia ou Xilogravura teve grande participação na arte de cordel. Estas obras se caracterizam por poesias populares que inicialmente se propagavam de forma oral e depois passaram a ser impressas. Como estes folhetins precisavam de capa, vários ilustradores surgiram para este fim. Um dos mais famosos artistas brasileiros é José Francisco Borges, que aos 29 anos começou a escrever poemas  e no seu primeiro utilizou-se de um ilustrador local para fazer a matriz de sua capa. Como não tinha dinheiro para contratar tais profissionais para suas poesias seguintes, começou a fazer suas próprias matrizes e ilustrações e não parou mais. Tendo feito mais de 200 ilustrações para lieraturas de cordel, sua arte aumentou de tamanho e dentro do tema vida nordestina confeccionou varias imagens que foram descobertas por marchands do Brasil e do mundo. J. Borges, como assina, já expos seus trabalhos várias vezes na Europa e Estados Unidos.

Sua obra tornou-se tão respeitada e conhecida no Brasil que até participou de aberturas de novelas como o grande sucesso “Roque Santeiro”. Ainda hoje novelas se inspram nesse visual quando o tema é o sertão do nordeste.


 

 

 

 

 

 

Dentre muitas obras de J. Borges está “A moça roubada”.

A Moça Roubada

Muito apreciada a xilogravura também serve de inspiração para materiais promocionais como os calendários abaixo.

   

 

 

 

 

 

 

Com relação aos materiais para sua confecção, indicamos principalente as tintas. Algumas marcas boas são a LUKAS, SAKURA, TALENS e a SPEEDBALL. Por se tratar de material importado, o custos das tintas especiais para xilogravura é alto e os tubos vêm em pouca quantidade. Para resolver este problema com uma solução local, procure uma gráfica perto e sua casa e peça ao proprietário um pouco de tinta de impressão offset que servirá da mesma forma e existem nas cores Preta, Azul (cyan), Magenta (um rosa escuro) e Amarela. A mistura destas dará uma gama de cores muito boa para se iniciar nesta arte tão fantástica. Segue aqui o link do site da Speedball na parte de materiais para xilografia em geral, que já podem ser encontrados em lojas de material artístico aqui no Brasil. http://www.speedballart.com/our-products.php?cat=13

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Ferramentas / Chaves de fenda

06/05/2007

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A ferramenta da qual vamos falar desta vez é a Chave de Fenda.

chavefenda.jpg

Uma das mais populares ferramentas a chave de fenda na sua grande maioria é composta de um cabo, geralmente de plástico ou resina, e uma parte de metal com a ponta ou cabeça especialmente desenhada para do parafuso que ira apertar ou soltar.

Função: Girar, gerando aperto de partes ou girar em sentido contrário desapertando.

Manutenção: Para que uma chave de Fenda tenha sua eficiência em 100%, alguns cuidados são necessários

-Não deixe que a ponta fique arredondada ou sem que as arestas estejam bem agudas e retas. Mantenha-as perfeitas esmerilhando-as ligeiramente.
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-Não utilize chaves menores que as fendas pois esta operação estraga não só a chave como também as bordas dos parafusos, causando escapes na hora do aperto e da soltura.

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-Utilize sempre a chave que mais se adeque à bitola do parafuso, em espessura e largura fenda02.jpg

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Outra bem comum é a chave Phillips phillips.jpgque juntamente com os parafusos Phillips foi Inventada por Henry F. Phillips (1890-1958) um homem de negócios de Portland-Oregon.
Graças a indústria automobilística foi muito difundida na época, e apesar de seu inventor ter recebido por sua patente, este design foi muito copiado na época até que em 1949 perdeu sua patente para uma grande empresa americana.

Com o avanço e o desenvolvimento das empresas responsáveis pelo modelo Phillips (Philips Screw Company e American Screw Cmmpany ) desenvolveram o modelo Pozidriv (positve drive)pozidriv.jpgque com esta aparentemente pequena alteração trouxe maior torque e menor escape da chave.

Também muito eficiente o modelo Torx tork1.jpgfoi desenvolvido pela empresa TEXTRON. Seu formato de estrela agregava à cabeça da chave maior resistência ao escape e torque do que as cabeças Philips e Fenda Comum. É encontrado na Ind. automobilística, Ind. eletrônica e Informática. Sua forma de medidas usa a letra “T” antes do número que corresponde ao seu tamanho e os tamanhos combinam com cores em seu cabo.

Chave Allen, allen.jpgtambém conhecida como Hexa pelo seu desenho interno de hexágono. Originalmente foi marca da Allen Manufacturing Company em Hartford-Connecticut em 1943. Esta chave além da apresentação no formato de chave de fenda usa chaves em formato de “L”. Existem patentes Européias deste modelo desde 1936.

Mais um modelo bem usado o ROBERTSON robertson.jpg também chamado de Quadrado, tem em seu formato outro modelo de pega forte e bom torque sem escapes. Inventada pelo canadense P.L. Robertson em 1908 e patenteado 1909. Assim como a chave modelo Torx seu cabo recebe cores que ajudam a informar seu tamanho.

Quanto aos parafusos, escreveremos mais à frente.

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