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Ferramentas / Alicate / Tools / Pliers

06/09/2011
Dutra Máquinas

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Nesse post escolhemos uma ferramenta das mais utilizadas pelo homem, de uso geral e comum, o ALICATE. Ele é composto por duas hastes  que se cruzam, e usando um ponto de apoio como alavanca transferem e ampliam a força aplicada por seu usuário. Forte e versátil, em sua grande maioria são fabricados em aço temperado. A origem do nome é árabe (al likkát ou al-liqât) que significa “tenaz”. Seu funcionamento basicamente se trata da força da mão que, aplicada aos cabos, transfere este torque à cabeça, conferindo a este qualidades de uma pinça extremamente forte. Muito útil para segurar, apertar, torcer e cortar. Fora o modelo mais utilizado (Universal), o design da extremidade varia para ser adaptado a tarefas específicas como se fosse uma mão, ou um prolongamento da mão.

AS PARTES DE UM ALICATE SÃO:

Cabeça do Alicate: é a parte que executa a ação. Na maioria das vezes é nesta área que são feitas as modificações de design para se adequar ao tipo de necessidade do usuário. Na sua grande maioria é composta por mordedores e lâminas de corte.

Articulação:  ponto que une as duas partes que formam o alicate. É neste ponto que por alavanca a força é transferida para a cabeça. Como são duas alavancas recebendo força de direções opostas, o material é prensado sob extrema pressão.

Cabos: são os responsáveis por transmitir a força através da alavanca formada pela articulação. De tamanhos variáveis conforme a necessidade da força, possuem na sua maioria um isolamento que lhe conferem: conforto na pega, aderência, proteção mecânica e isolamento elétrico.

Com relação ao isolamento elétrico, quando um alicate é isolado corretamente, em seu cabo constará uma marcação. (Conforme Norma NBR 9699 e Norma Regulamentadora 10 – NR10)

ALICATE UNIVERSAL: o mais popular, por ter características mais comuns a todos os trabalhos. Uma boa área de dentes, uma ou mais áreas de corte e principalmente uma excelente resistência. Usado  na maioria das vezes em trabalhos de mecânica, eletrônica e construção civil.

ALICATE BOMBA D’ÁGUA: Por ter várias regulagens de tamanho final da pega, este é ideal para reparos hidráulicos e gás, pois sua regulagem se adapta a vários tamanhos de canos de PVC, ferro ou cobre e mangueiras, bem como terminais. Ferramenta útil para sua caixa de ferramentas, pois dada a facilidade e rapidez de ajuste ao objeto, torna-se indispensável em emergências de vazamentos. Conhecido também por Alicate Bico de Papagaio.

ALICATE DE PRESSÃO: possui um sistema de alavancas que multiplicam ainda mais a força do alicate. Sistema de trava permite manter o objeto travado no aperto, com uma potência de fixação que chega perto de 1 tonelada. Tendo vários modelos com variações no desenho do seu bocal, ele se adapta com facilidade aos mais diversos perfis e utilidades. Facilita o trabalhar sozinho.

ALICATE TORQUÊS: próprio para arrancar e segurar objetos. Corta arames, pregos, algumas espessuras baixas de vergalhões, cascos de animais e azulejos, tudo isso graças a pequenas alterações de formato em seus modelos. Quanto mais longo seu cabo, maior força é inferida ao objeto entre as lâminas. Muito usada na construção civil para armar e prender com arames as estruturas de ferro.

ALICATE DE CORTE FRONTAL: semelhante ao torquês, tem sua cabeça diferente dos alicates tipo universal, proporcionando pegas melhores e corte rente com excelente acabamento.

ALICATE DE BICO: tem a mesma função dos modelos comuns, porém seu formato da cabeça se adapta às necessidades da função a que se vai utilizá-lo. Disponível em vários modelos, que incluem desde bicos arredondados para artesanato e bijuterias, como alguns de bico torto, bico achatado, bico sem ranhuras para não marcar o material e etc. Muito útil em trabalhos que pedem precisão e firmeza.

ALICATE PARA CRIMPAGEM: são ferramentas próprias para colocação de terminais nos cabos de telefone e internet. A ferramenta descasca os finíssimos fios com precisão, e também realiza a colocação do terminal nestes fios e por meio de pressão esmaga parte do terminal com pequenas facas que furam a cobertura do fio, criando contato e fixando firmemente.

ALICATE DESCASCADOR DE FIOS: como o próprio nome indica, esta é a sua função. Com terminais afiados e uma porca reguladora da profundidade do corte, este é apertado contra a capa isolante e se bem regulado retira apenas esta capa isolante do fio sem danificar o cobre interno, facilitando e dando rapidez a um trabalho repetitivo. Usado na elétrica e eletrônica.

ALICATE DE CORTE: com a aparência de um alicate de unhas reforçado, este alicate transfere muita potência ao corte, sendo indicado conforme, o tamanho utilizado, para indústria ou artesanato e eletrônica.

Mostramos aqui apenas alguns modelos de alicates de uma infinidade existente. Dada a sua versatilidade, é impossível pensar em um kit básico de ferrementas sem pelo menos o modelo Universal. No caso de ferramentas, a marca e o investimento feito agregam qualidade, precisão e durabilidade desta ferramenta que, se bem cuidada, fornecerá muito tempo de bons serviços.

CUIDADOS COM O SEU ALICATE:

  • Cada alicate tem sua função específica, mas existem funções que realmente não são para esta ferramenta.
  • Não usar para bater pregos ou arrancá-los;
  • Não usar para desatarraxar parafusos;
  • Não segurar peças muito próximas a áreas que estarão sendo soldadas ou aquecidas;
  • Não exceder a bitola máxima de corte;
  • Evitar cortar fios elétricos em que ainda esteja correndo energia, principalmente sem cabos isolantes na ferramenta;
  • Não utilizar solventes para sua limpeza, pois o material isolante poderá sofrer danos;
  • Deve sempre ser guardado seco, e eventualmente a parte de metal exposta deve receber uma fina camada de micro óleo;
  • Não utilizar extensões no cabo para aumentar sua força, pois poderá estar saindo das especificações do material;
  • Não alterar as características de seu alicate soldando ou cortando partes, isso poderá enfraquecê-lo;
  • Use sempre óculos de proteção.
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Projeto / Madeira / Apoio para pés / Support Foot

27/05/2011

O projeto para apoio dos pés em mesas de trabalho foi desenvolvido com retalhos de madeira MDF de 20mm de espessura. Comecemos pelo desenho do projeto:

Com a madeira riscada e sua serra tico tico ou circular de mão inicie os cortes. E já que estamos serrando as duas partes (iguais) laterais, aproveitamos e serramos as madeiras cilíndricas (cabos de vassoura) que unirão as duas laterais

  

  

Você poderá observar que na última imagem já aparecem os furos feitos na lateral para prender as madeiras roliças. Observando o desenho do projeto, você poderá notar que, para melhor fixação e também para evitar o jogo das partes com o uso, foi feito um alargamento (com uma broca chata de 25mm de largura) na furação das partes internas das laterais, no ponto onde a madeira cilíndrica encosta na lateral e que deverá ir até a metade da espessura desta lateral. A finalidade disso é que os quatro pontos onde estas encostam se encaixem e recebam cola antes do engatar final e um parafuso pelo lado de fora. Para facilitar o aparafusamento faça um pequeno furo na madeira cilíndrica.

     

O conjunto já esta preso e abaixo mostro os parafusos usados, as arruelas (que no caso de MDF são sempre úteis) e até as arruelas plásticas feitas com  tampa de lata de leite, tesoura e um vazador. Esta precaução visa evitar a erosão provocada pelo mover da parte que necessita ser presa, porém mantendo a mobilidade para se adequar à posição e movimento dos pés.

  

O resultado fica assim. Esse apoio serva para evitar a falta de circulação sanguínea embaixo das coxas e ajuda a flexão dos tornozelos.

Mãos a obra.

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Artesanato / Madeira / Móbile / Wooden Mobile

25/06/2007

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MÓBILE

Nosso projeto de hoje é um Móbile.
(Móbile ou Móbil que são placas ou discos que podem ser de diferentes formas pendurados por fios que se agitam ao vento em movimentos imprevisíveis. Inventados por Alexander Calder (1898-1976) os primeiros móbiles datam de 1932 – Calder foi o primeiro a explorar o movimento em esculturas.

Vamos então ao projeto:

Materiais:
-Placa de MDF de 5 mm de espessura e seu tamanho depende de quantos elementos terá seu móbile. Tome por base que a área total deste que apresentamos é de 150 mm de diâmetro.
-Material de desenho
-Furadeira com broca 8
-Serra tico-tico elétrica ou manual com serra de acabamento fino
-Lixa 120 para madeira
-Tinta látex branca
-Tinta acrílica ou esmalte sintético nas cores de sua preferência.

(Lembre-se de usar óculos protetores, ter a peça a ser cortada bem fixada a uma base e um local para corte, limpo de objetos. Cuidado com suas mãos.

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-Com o projeto em mãos trace o desenho sobre o MDF ou decalque sobre ele.
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-A área em cinza no desenho técnico deve ser retirada. Faça um furo próximo à aresta de onde vai cortar, para que a serra possa entrar diretamente no ponto de corte. Dê preferência a cortar o risco mais externo da área que deverá ser extraída.
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-Recorte com calma e com cuidado, inclinando a serra lentamente para acompanhar o risco curvo.
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-Retirado o disco interno é hora de tirar a diferença do espaço que fica entre os dois círculos para que haja liberdade de movimento entre as peças.
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-Recorte a borda externa do Sol.
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-Lixe as imperfeições deixadas pela operação de serrar, faça os furinhos para os fios e… pronto! Vamos pintar!
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-Primeiro uma demão de branco. (Não esqueça de forrar tudo e limpar os materiais usados para pintura).
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-Depois as cores; a cobertura sobre o branco fica a seu critério, nós achamos que assim, meio manchado, ficou mais bonito.
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-Prenda o fio para unir as 2 peças e em seguida o fio para pendurar o conjunto.
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– Pendure em lugar que permita a passagem do vento para que o seu móbile seja dinâmico. Prenda diretamente no teto ou em um suporte para vaso, que afaste o móbile da parede.
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Artesanato / Arte / Xilografia / Art / Xylography

21/05/2007

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XILOGRAFIA / XILOGRAVURA

Este sistema é um dos mais antigos métodos de gravação e seu nome deriva do grego xylon (madeira) e grafos (gravar).
O processo xilográfico consiste em entalhar linhas sobre uma prancha de madeira, pensando que as partes visíveis serão as que estiverem em relevo e que as sem impressão serão as que estarão em baixo relevo.

Este tipo de impressão -conta a história- já se praticava no Oriente desde o século VII e era utilizado especialmente para a estampa de tecidos. Aparece na Europa muito tempo depois e os primeiros registros são do século XIV em estampas religiosas e calendários. Com a difusão do papel na Europa no século XV houve uma expansão da xilografia. A maior expressão da xilogravura tem destaque na Alemanha com a presença de Albert Dürer (1471-1528). Outro artista, no século XVII destacou-se na xilografia, Lucas Cranach e a partir do século XVII começa a substituição da base de madeira pela de metal.
Graças à precisão artística alcançada pela técnica, no século XIX foi muito utilizada para a ilustração de livros e de periódicos.

adurer-melancolia01.jpg Lucas Cranach-Werwolf

Vamos aos passos para a confecção de xilogravuras:

1- Escolha uma base de madeira uniforme para que a impressão seja homogênea; evite madeiras com defeitos ou nós. A madeira pode ser de qualquer espécie e no Brasil temos muita disponibilidade de madeiras com as características certas como a peroba rosa, a peroba do campo, o pequia marfim , a goiabeira, a canela etc…
A regra básica diz que em trabalhos muito detalhados usa-se madeira dura e em trabalhos com grandes áreas menos detalhadas podem ser usadas madeiras mais macias tipo cerejeira, cedro e pinho. Há a necessidade de se preparar a madeira com lixas cada vez mais finas para eliminar qualquer imperfeição e deixar a superfície como se tivesse sido polida. Aí estará pronta para receber o desenho e o entalhe.

2- Escolhido o desenho deve-se transferi-lo usando carbono ou pode-se desenhar diretamente na madeira. Escolha uma maneira de determinar o que será escavado e o que ficará; para isso pode-se usar tinta nanquim nas áreas que ficarão ou achurar (riscar leve e continuamente) com o lápis. Lembre-se, que o desenho ficará invertido; se for escrever algo, as letras deverão estar invertidas da mesma forma que um carimbo.

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3- As ferramentas para o entalhe podem ser a goiva,

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o buril,

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formão e a faca. Com cada formato de ponta se obtém um resultado de acabamento e precisão diferentes, o que deve ser testado e experimentado em outro pedaço que não será usado para saber o que esperar de cada tipo.
Devem estar sempre bem afiadas e depois de usadas, ser armazenadas com muito cuidado.
Acidentes durante o entalhe são frequentes e para evitá-los faça você mesmo algum tipo apoio para evitar que a base se mova e escape da sua mão.
suporte.jpg suporfte_mesa.jpg

4- É hora de começar! Escolhidas as ferramentas, entalhe e retire da superfície o que não vai querer que saia na impressão. Lembre-se: a profundidade do entalhe está diretamente ligada à limpeza da área sem impressão; se não for tirado o suficiente, ao entintarmos a madeira corremos o risco de a tinta encostar na área determinada para não imprimir e surgir como impressão numa área não desejada. Com o tempo e a prática você poderá fazer experiências, como riscar  áreas que deveriam ser pretas chapadas e criar com isso, diferentes efeitos e texturas.xilogravura-01a.jpg
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5- Original pronto, vamos à impressão. Sobre uma superfície lisa (vidro, granito etc…) coloque uma pequena quantidade de tinta e com o auxílio de um rolo (especial para entintar) espalhe a tinta até obter uma distribuição homogênea; isso é necessário para distribuir uniformemente a tinta no rolo. Passe em seguida o rolo sobre a matriz de madeira, preferencialmente no sentido da fibra e entinte uniformemente, sem pressionar.

xilogravura-03.jpg xilogravura-05.jpg

Rolo Entintar Xilografia

Em seguida, com toda a delicadeza pouse o papel para onde será transferida a tinta por sobre a matriz e munido de uma colher de pau esfregue o fundo da colher sobre o papel que está sobre a matriz em movimentos circulares e exercendo pressão suficiente.

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Depois de perceber que toda área de impressão foi trabalhada, retire o papel puxando por uma das pontas, levantando lentamente.

xilogravura-07.jpg xilogravura-08.jpg xilogravura-09.jpg

Esta primeira prova é chamada de “Prova de Estado” ou “PE”. Após algumas PE a madeira já deve ter absorvido bem a tinta, proporcionando provas sem falhas e então é hora de fazer as cópias que poderão ser numeradas; caso pretenda fazer 50 copias dessa matriz, na primeira escreva a lápis em um canto de sua gravura 1/50 e assine sua obra, 2/50 e assinatura e assim por diante. Se for comercializá-las essa numeração será importante. Caso escolha algumas para você mesmo, (o que geralmente oscila entre 10% do total), essas provas serão chamadas de “Prova do Artista” ou “PA”, e deverão ter antes do número, a sigla PA.
Deixe secar muito bem antes de colocar uma cópia sobre a outra.
Parabéns.

Obs.: Existem outros materiais sobre a qual se podem fazer entalhes obtendo também boas impressões e são eles a madeira compensada e o linóleo. Outro material que surgiu recentemente e vem fazendo sucesso na indústria moveleira é o MDF que tem superfície bem lisa, e também muito boa para entalhar pois não tem direção de fibras.
Obs.: A colher de pau é uma adaptação dos nossos dias mas é o “Baren” a ferramenta correta para pressionar o papel contra a matriz de forma homogênea

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Muito importante em nossa cultura, a arte da Xilografia ou Xilogravura teve grande participação na arte de cordel. Estas obras se caracterizam por poesias populares que inicialmente se propagavam de forma oral e depois passaram a ser impressas. Como estes folhetins precisavam de capa, vários ilustradores surgiram para este fim. Um dos mais famosos artistas brasileiros é José Francisco Borges, que aos 29 anos começou a escrever poemas  e no seu primeiro utilizou-se de um ilustrador local para fazer a matriz de sua capa. Como não tinha dinheiro para contratar tais profissionais para suas poesias seguintes, começou a fazer suas próprias matrizes e ilustrações e não parou mais. Tendo feito mais de 200 ilustrações para lieraturas de cordel, sua arte aumentou de tamanho e dentro do tema vida nordestina confeccionou varias imagens que foram descobertas por marchands do Brasil e do mundo. J. Borges, como assina, já expos seus trabalhos várias vezes na Europa e Estados Unidos.

Sua obra tornou-se tão respeitada e conhecida no Brasil que até participou de aberturas de novelas como o grande sucesso “Roque Santeiro”. Ainda hoje novelas se inspram nesse visual quando o tema é o sertão do nordeste.


Dentre muitas obras de J. Borges está “A moça roubada”.

A Moça Roubada

Muito apreciada a xilogravura também serve de inspiração para materiais promocionais como os calendários abaixo.

   

Com relação aos materiais para sua confecção, indicamos principalente as tintas. Algumas marcas boas são a LUKAS, SAKURA, TALENS e a SPEEDBALL. Por se tratar de material importado, o custos das tintas especiais para xilogravura é alto e os tubos vêm em pouca quantidade. Para resolver este problema com uma solução local, procure uma gráfica perto e sua casa e peça ao proprietário um pouco de tinta de impressão offset que servirá da mesma forma e existem nas cores Preta, Azul (cyan), Magenta (um rosa escuro) e Amarela. A mistura destas dará uma gama de cores muito boa para se iniciar nesta arte tão fantástica. Segue aqui o link do site da Speedball na parte de materiais para xilografia em geral, que já podem ser encontrados em lojas de material artístico aqui no Brasil.             http://www.speedballart.com/our-products.php?cat=13

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Ferramentas / Chaves de fenda

06/05/2007

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A ferramenta da qual vamos falar desta vez é a Chave de Fenda.

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Uma das mais populares ferramentas a chave de fenda na sua grande maioria é composta de um cabo, geralmente de plástico ou resina, e uma parte de metal com a ponta ou cabeça especialmente desenhada para do parafuso que ira apertar ou soltar.

Função: Girar, gerando aperto de partes ou girar em sentido contrário desapertando.

Manutenção: Para que uma chave de Fenda tenha sua eficiência em 100%, alguns cuidados são necessários

-Não deixe que a ponta fique arredondada ou sem que as arestas estejam bem agudas e retas. Mantenha-as perfeitas esmerilhando-as ligeiramente.
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-Não utilize chaves menores que as fendas pois esta operação estraga não só a chave como também as bordas dos parafusos, causando escapes na hora do aperto e da soltura.

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-Utilize sempre a chave que mais se adeque à bitola do parafuso, em espessura e largura fenda02.jpg

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Outra bem comum é a chave Phillips phillips.jpgque juntamente com os parafusos Phillips foi Inventada por Henry F. Phillips (1890-1958) um homem de negócios de Portland-Oregon.
Graças a indústria automobilística foi muito difundida na época, e apesar de seu inventor ter recebido por sua patente, este design foi muito copiado na época até que em 1949 perdeu sua patente para uma grande empresa americana.

Com o avanço e o desenvolvimento das empresas responsáveis pelo modelo Phillips (Philips Screw Company e American Screw Cmmpany ) desenvolveram o modelo Pozidriv (positve drive)pozidriv.jpgque com esta aparentemente pequena alteração trouxe maior torque e menor escape da chave.

Também muito eficiente o modelo Torx tork1.jpgfoi desenvolvido pela empresa TEXTRON. Seu formato de estrela agregava à cabeça da chave maior resistência ao escape e torque do que as cabeças Philips e Fenda Comum. É encontrado na Ind. automobilística, Ind. eletrônica e Informática. Sua forma de medidas usa a letra “T” antes do número que corresponde ao seu tamanho e os tamanhos combinam com cores em seu cabo.

Chave Allen, allen.jpgtambém conhecida como Hexa pelo seu desenho interno de hexágono. Originalmente foi marca da Allen Manufacturing Company em Hartford-Connecticut em 1943. Esta chave além da apresentação no formato de chave de fenda usa chaves em formato de “L”. Existem patentes Européias deste modelo desde 1936.

Mais um modelo bem usado o ROBERTSON robertson.jpg também chamado de Quadrado, tem em seu formato outro modelo de pega forte e bom torque sem escapes. Inventada pelo canadense P.L. Robertson em 1908 e patenteado 1909. Assim como a chave modelo Torx seu cabo recebe cores que ajudam a informar seu tamanho.

Quanto aos parafusos, escreveremos mais à frente.

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Ferramentas

05/05/2007

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O termo ferramenta originou-se do Latim ferramentas que significa “conjunto de instrumentos de ferro”. Utensílio físico ou intelectual utilizado pelo homem que no no caso da utilidade física agrega uma vantagem mecânica.

Prova da evolução do homem,  a ferramenta como instrumento feito para determinados propósitos tem seu início a pelo menos 2 milhões de anos atrás.

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Proposta!

05/05/2007

Nossa proposta não é colocar aqui informações para tornar você um profissional, mas sim um hobista bem informado. Durante nossos contatos traremos aqui matérias sobre marcenaria, pinturas, eletricidade, ferramentas, jardinagem, trabalhos manuais, reformas em móveis e desenvolvimento de pequenos projetos entre outros.

Você pode enviar sugestões  reclamações, pedir projetos e até enviar os seus. Fique à vontade para entrar em contato pelo email bricolagem@mjrcom.com.br

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