Posts Tagged ‘hobby’

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Artesanato / Reciclável / Regador / Crafts / Recyclable / Watering

15/08/2013
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Título-Reciclagem

Regador- Produzido com embalagem de Sabão Líquido

Olá! Faltava em nosso blog posts que sugerissem projetos em que nos utilizamos de materiais já usados e prontos para o descarte correto, os recicláveis. Desenvolvimento sustentável e sem agredir o meio ambiente tem como base os 3 Rs: REDUZIR, REUTILIZAR e RECICLAR.

Com este projeto, estaremos REUTILIZANDO uma embalagem, que poderia estar indo para reciclagem, e a transformamos, dando novo uso a ela.

reg_01AUma embalagem de Sabão Líquido, que se encontra facilmente nos mercados, com pouco passos pode se transformar em um prático regador.

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Para sua execução vamos precisar de uma embalagem vazia, que deverá ser bem lavada e enxaguada várias vezes, até não sair mais água com espuma. Se o cheiro persistir, deixe-a cheia de água com uma boa dose de vinagre por alguns dias, repetindo a operação caso seja necessário. Se sobrar apenas o cheiro, tudo bem, o importante é não conter mais resíduos de sabão.

reg_01C

Iremos precisar dos seguintes materiais:

  • Lâmina de serra;
  • Estilete (faquinha com lâminas de corte);
  • Caneta de tinta permanente ou de retroprojetor (precisa marcar o plástico);
  • Um pedaço de lixa;
  • Cola quente;
  • Serras de copo para furadeira (pode ser substituído por uma tesoura de ponta).

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O primeiro passo é marcar com a caneta o formato que deseja para a abertura de seu regador, sobre o gargalo da embalagem. Comece fazendo um corte no lugar menos espesso com o estilete, e depois insira a serra e vá cortando sobre o risco. Se preferir use o estilete ou uma tesoura de ponta para o processo todo, mas tenha o dobro do cuidado, pois esses instrumentos requerem atenção e alguma habilidade com seu manuseio. Após retirar o gargalo, reserve-o e lixe-o juntamente com a aresta do buraco, para dar acabamento a ambos.

reg_04A tampa também precisará de corte, na parte em que que excede o final da rosca (nem todas as marcas possuem este excesso).

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Utilizando-se do gargalo retirado, faça uma marcação sobre a lateral da embalagem com a circunferência interna do gargalo. Deve ser a interna, e não a externa. A altura da marcação determinará até onde você poderá encher seu regador. Faça numa altura que deixe a peça com aspecto de regador. Da mesma forma que no processo de retirada do gargalo, faça este furo, lembrando sempre de ter muito cuidado com o uso de ferramentas cortantes.

Caso tenha serra de copo, utilize da furadeira com a serra de copo com o diâmetro que mais se aproxime da parte interna do gargalo. Novamente, passe lixa sobre a borda do furo para gerar um bom acabamento. Não exagere na força, basta tirar as rebarbas mais aparentes.

reg_07reg_08Agora, pegamos o gargalo e retiramos o excedente de plástico ao seu redor, utilizando uma tesoura. Retire apenas o que sobra antes de chegar no fim do gargalo. O apoio que limita a a rosca da tampa deve ser mantido. A tampa receberá um furo que terá o diâmetro que você desejar.

A escolha do diâmetro do furo determinará mais ou menos água. Este furo da foto possui aproximadamente 7 milíletros de diâmetro. Outra sugestão é fazer diversos furos na tampa, deixando-a como um chuveirinho, outro tipo de regador. Se você tiver outro pote igual, pode ter uma tampa de cada tipo, para diferentes ocasiões e usos.

Com cada uma das peças, gargalo e tampa, você colocará o gargalo por dentro e a tampa por fora.  Ao inserir o gargalo por dentro da embalagem ele deve passar apertado pelo furo (o que evitará vazamentos) e sairá para fora da embalagem até que aquele limite citado antes.

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Do lado de fora a tampa deverá ser rosqueada e apertada o suficiente, girando o gargalo por dentro para que o furo na tampa fique posicionado para baixo. Posicionando o furo dessa maneira, a saída de água será facilitada.

Caso haja vazamento de água, contorne toda a rosca na parte interna do regador com cola quente. Deixe secar por uma hora e teste para ver se ainda há escape de água, consertando esses possíveis vazamentos.

reg_11Outros projetos podem ser criados partindo deste raciocínio. Na foto acima, utilizamos uma embalagem de óleo para motores de automóveis para criar um protetor contra chuva e Sol para tomadas e interruptores externas.

No futuro, outros projetos de reutilização serão apresentados aqui. Enquanto isso, desenvolva os seus com sua criatividade, e colabore para que não tenhamos tantos materiais sem um segundo ou terceiro uso. Até.

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Artesanato / Madeira / Pintura / Futebol de Dedos (dedobol)

26/04/2012
Dutra Máquinas

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Campo de Futebol de Dedos – Dedobol

Quem não se lembra do campo de preguinhos que era jogado com uma moeda? Quantas tardes sentados na calçada, tendo como diversão um campeonato de futebol de pregos entre a criançada da rua!

Então, vamos além da lembrança e vamos executar um. Que seja para os filhos, os sobrinhos, os netos, meninos ou meninas e até mesmo para você.

Primeiro, o projeto com as medidas da madeira, das peças laterais e um diagrama das medidas do campo.

Comece cortando a madeira que será a base ou fundo do nosso campo, uma madeira compensada de 1,5 cm de espessura. Corte também as madeiras que fazem as laterais do campo. As madeiras das laterais são frisos de cedrinho com espessura de 1,0 x 1,0 cm.  Após o corte, lixe todas as peças para tirar as imperfeições e farpas.

Após o lixamento das partes, o passo seguinte é aplicar uma demão de tinta látex branca. A finalidade desta demão de branco, como sempre explico, é evitar que a próxima camada de tinta – que será com tinta esmalte sintético verde – seja absorvida em demasia, necessitando assim de várias demãos para dar cobertura. Serve também para eliminar um pouco mais da textura da madeira. Isso feito, espere secar e lixe tudo com uma lixa fina (número 180 ou 120 para madeira).

Pronto, está tudo no jeito para colorirmos nosso campo. Proteja com fita crepe as laterais do campo para não sujar as bordas de tinta. Com um bom pincel, aplique uma ou mais demãos de tinta esmalte sintético verde médio. Cuidado, você deve esperar secar bem entre uma demão e outra, e passar uma lixa fina de leve na demão anterior só para tirar um pouco do brilho. Isso ajudará a demão seguinte a impregnar-se na anterior. As madeiras laterais, bem como a lateral e parte traseira do campo, devem ser pintadas com esmalte sintético branco.

Se quiser deixar a aparência do seu campo mais incrementada, faça faixas mais claras imitando um gramado mais claro no campo. Para tanto, use a fita crepe como largura para espaçar as faixas que serão pintadas, e ao mesmo tempo fazer uma máscara, evitando sujar a área verde escura. Para obter o verde mais claro, separe um pouco do verde escuro e adicione gotas de esmalte sintético branco até atingir a cor desejada. Aplique esta cor com um pedaço de espuma. Atenção para não deixar o verde muito claro, o ideal é que fique em um tom próximo do verde escuro. Caso a tinta entre um pouco por baixo da fita crepe não se preocupe, ficará parecendo efeito de gramado (assim como o da foto).

Espace as faixas de modo que cubram  todo o campo simetricamente, não deixando nem faltar nem sobrar faixa de outro tamanho. Retire as fitas antes de secar, assim evitamos que ao ser retirada a fita estrague a área recém pintada ou a área verde escura. Seguindo o diagrama do projeto com as medidas fornecido no início desta postagem, faça as linhas de campo, e com um pincel bem fininho (tigre número 1) pinte as linhas com esmalte sintético branco. Caso borre um pouco, corrija depois com o mesmo pincel nas cores verde claro ou verde escuro. Cole as bordas de madeira ou pregue-as com preguinhos bem finos que cubram a altura da madeira lateral e ainda penetrem na madeira do fundo. As laterais maiores devem ser fixadas antes que as das linhas de fundo.

Já está levando o maior jeito de campo de futebol, não está? Agora, devemos pegar 22 pregos 11×11 e distribuí-los de forma a não deixar muitas áreas ou corredores para se fazer gols. A distribuição proposta aqui dificulta a marcação de gols, mas não evita que eles aconteçam. Os pregos devem ser afundados na madeira até ficarem ligeiramente abaixo da altura da madeiras das laterais do campo. Isso evita que ao ser transportado ele machuque alguém ou estrague alguma coisa. Muito IMPORTANTE: a distribuição dos pregos deve ficar IGUAL dos dois lados, assim nenhum lado fica prejudicado na hora de fazer gols.

O resultado deverá ficar próximo ao da foto abaixo. Joga-se com uma moeda, bolinha de gude ou plástico e se ficar muito fácil fazer gols, é só aumentar a moeda que a dificuldade aumentará junto.

Se quiser, pinte a cabeça dos pregos como no exemplo, ficará mais colorido. Agora, é só organizar o campeonato e divertir-se. Até mais.

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Artesanato / Madeira / Pintura / Boneco de Neve / Painting / Snowman

07/12/2011
Dutra Máquinas

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Objeto de Decoração de Natal

Nossa escolha de projeto faça você mesmo de bricolage desse mês envolve mais um pouco de madeira recortada e pintura. Escolhemos a figura do Boneco de Neve por ser um dos símbolos do Natal com um traçado simples de fácil execução. O tamanho sugerido no projeto é de 65cm, mas você poderá colocar na proporção que quiser. Segue o projeto.

Materiais necessários:

– um pedaço de madeira compensada de 5mm de espessura no tamanho suficiente para realizar seu projeto;
– lápis macio para riscar a madeira
– máquina de serra tico-tico;
– lixa 180 para madeira;
– pincéis, fino e chato;
– tinta látex para fundo;
– tintas esmalte sintético nas cores branca, vermelha, verde e preto;
– fio de nylon.
 

Depois de determinar o tamanho que quer seu boneco, risque sobre a madeira compensada. Recorte o contorno com a ajuda da serra tico-tico (use uma serra de  acabamento fino para evitar de levantar lascas na borda do compensado).

Depois de recortar tudo é o momento de lixar as bordas para eliminar as lascas que possivelmente tenham se soltado. Evite arredondar a borda da madeira ao lixar. Lixe de forma plana com a superfície da madeira em forma de círculos. Nas bordas, segure a madeira firmemente e passe no sentido do topo das fibras (apenas para tirar alguma imperfeição).

Para evitar que a madeira absorva muita tinta e também para diminuir as imperfeições de sua textura, uma demão de tinta látex aplicada com pincel ou rolinho de espuma se faz necessária. Lixar após bem seca.

Agora estamos prontos para pintar. Esta pintura é uma sugestão apenas. Você pode ter a sua ideia para a escolha de cores do cachecol, da cartola e até acrescentar mais elementos ao visual, como festões, luzes, etc. Para pendurar, faça pequenos furinhos no topo da cartola e passe um fio de nylon que servirá de alça no verso para pendurar em um prego ou elemento da sua porta.

Outros desenhos podem ser aproveitados para aumentar os elementos de decoração. Experimente!

Feliz Natal a todos!

h1

Artesanato / Madeira / Pintura / Cursores / Crafts / Wood / Painting / cursors

23/10/2011
Dutra Máquinas

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Objeto de decoração de parede

Nosso projeto de bricolage envolve duas sugestões de elementos para decorar a parede próxima ao computador ou onde preferir. Sempre no estilo decoração faça você mesmo. São as duas formas mais comuns de cursores de computador, a seta e a mãozinha. Abaixo, os projetos de cada tipo de cursor:

A madeira usada para este projeto é o MDF de 1cm de espessura. Para sua confecção precisaremos de:

  • 1 pedaço de MDF de no mínimo 30 x 24cm
  • Lápis preto
  • Máquina de serra tico-tico
  • Lima fina
  • Lixa para madeira 180
  • Pincel
  • Solvente de tinta
  • Base seladora para madeira
  • Estilete
  • Tinta esmalte sintético na cor branca
  • Tinta esmalte sintético na cor preto fosco
  • Adesivo preto.

Após transferir o desenho do projeto fornecido usando carbono ou qualquer outra forma, divide-se a madeira para facilitar o corte, que será a próxima etapa.

Neste passo o corte será feito com uma máquina de Serra tico-tico, e portanto todo cuidado deverá ser tomado. Óculos protetores são indispensáveis. Como o pedaço a ser recortado é pequeno, a peça deverá estar presa com grampo à bancada de trabalho para evitar acidentes com as mãos. Para que este recorte seja bem feito não se deve ter pressa. Os cantos onde se encontram os cortes devem merecer toda atenção, pois o momento de parar o avanço da serra é que determina a precisão desta aresta interna e externa. Pratique em um outro pedaço até adquirir este controle de acabamento.

Para que o acabamento do corte fique o melhor possível, utilize-se de uma lima fina e de uma lixa 180 para madeira. Passando primeiro a lima e depois a lixa, qualquer rebarba do corte desaparecerá ou será muito atenuada. Passe de forma bem leve sobre a superfície para que a base seladora pegue bem.

Antes de pintar com a tinta branca é necessário uma demão de base seladora para madeira, pois o MDF é um material muito absorvente. Com esta demão, a madeira consumirá menos tinta, evitando inúmeras demãos para dar cobertura. Após secar a demão da base seladora, aplique a tinta esmalte sintético na cor branca por cima e aguarde a sua total secagem. As laterais também devem ser pintadas. No caso do cursor em formato de mão, as laterais e as arestas deverão receber uma pintura na cor preto fosco.

Aguarde a total secagem da peça e para finalizar, com o adesivo preto recortado em tiras de 1 cm de largura, faça os detalhes pretos na parte superior da peça. Tenha como referência o desenho do projeto.

No caso do cursor tipo seta, a parte que deve ficar preta é a central. Para tanto, recorte o adesivo preto (conforme modelo do desenho) e aplique sobre a peça. Pressione bem sobre a superfície usando um pano que poderá servir para empurrar para as extremidades as possíveis bolhas que venham a se formar. Caso não consiga levá-las até a bordas, recomendamos que faça um furinho com a ajuda de um alfinete e pressione para sair o ar aprisionado.

Pronto. Seus cursores estão terminados. Agora, para encerrar, faça um furo (que não deve exceder a espessura do MDF) bem no centro da parte de trás, para pendurar na parede com um pequeno preguinho.

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Projeto / Madeira / Apoio para pés / Support Foot

27/05/2011

O projeto para apoio dos pés em mesas de trabalho foi desenvolvido com retalhos de madeira MDF de 20mm de espessura. Comecemos pelo desenho do projeto:

Com a madeira riscada e sua serra tico tico ou circular de mão inicie os cortes. E já que estamos serrando as duas partes (iguais) laterais, aproveitamos e serramos as madeiras cilíndricas (cabos de vassoura) que unirão as duas laterais

  

  

Você poderá observar que na última imagem já aparecem os furos feitos na lateral para prender as madeiras roliças. Observando o desenho do projeto, você poderá notar que, para melhor fixação e também para evitar o jogo das partes com o uso, foi feito um alargamento (com uma broca chata de 25mm de largura) na furação das partes internas das laterais, no ponto onde a madeira cilíndrica encosta na lateral e que deverá ir até a metade da espessura desta lateral. A finalidade disso é que os quatro pontos onde estas encostam se encaixem e recebam cola antes do engatar final e um parafuso pelo lado de fora. Para facilitar o aparafusamento faça um pequeno furo na madeira cilíndrica.

     

O conjunto já esta preso e abaixo mostro os parafusos usados, as arruelas (que no caso de MDF são sempre úteis) e até as arruelas plásticas feitas com  tampa de lata de leite, tesoura e um vazador. Esta precaução visa evitar a erosão provocada pelo mover da parte que necessita ser presa, porém mantendo a mobilidade para se adequar à posição e movimento dos pés.

  

O resultado fica assim. Esse apoio serva para evitar a falta de circulação sanguínea embaixo das coxas e ajuda a flexão dos tornozelos.

Mãos a obra.

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Artesanato / Madeira / Pintura / Shape Skate /Painting / Shape Skate

31/08/2008

PINTURA SHAPE (Prancha) SKATE / BRUSHING SHAPE SKATE

Depois de uma longa ausência estou de volta com mais um projeto. Como pintar o shape ou prancha de um Skate. Primeiramente retire os eixos soltando os parafusos lembrando de deixar sempre em local seguro os parafusos e suas porcas e se possível marcando a posição de cada um. Escolha o motivo ou desenho que será usado. Acho que você já tem idéia bem legal do que vai desenhar.

Escolha a cor base que terá seu Skate tomando o cuidado de cobrir com jornal e fita crepe a parte da lixa, que é onde se pisa, caso não queira pintá-la.

Amplie o desenho e transfira-o para um papel grosso tipo papelão, pois vamos fazer uma máscara para pintura a Spray tipo grafite de rua. Recorte com cuidado com faquinhas tipo estiletes preocupando-se com os cantos que devem estar perfeitos. Esta etapa da trabalho, mas nada fica super se você não tiver se empenhado. Colocar a máscara sobre a base requer que além da mesma estar seca da pintura de fundo, você deve posicionar na posição certa sobre a prancha evitando que fique torta ou fora do lugar planejado e se for preciso coloque fita crepe em forma de rolinho sobre as pontas que tendem a levantar e aperte, para que estas fiquem bem grudadas à base evitando da tinta (preta no caso) entre por baixo da máscara durante a pintura.

Os detalhes são sempre importantes, pois fazem o conjunto mais harmonioso e mais bonito, entao veja como os olhos e a narina foram colocados. Eles estão fixados com cola branca a uma linha de costura que é colada no detalhe. Isto feito são posicionadas de forma a não cobrir com a tinta preta o local que desejamos tenha a cor do fundo. Estas linhas sao esticadas e coladas sobre a base do dragão. Lembre-se de colar os fios na base quando estes detalhes estiverem na posição certa. Hora de mandar tinta. Escolha um local sem vento e dê borrifadas em pequenas áreas sempre no mesmo sentido, cobrindo a extensão toda do detalhe até sair do desenho. Não queira dar toda cobertura na primeira passada de Spray, faça várias demãos deixando um intervalo de 15 minutos entre cada uma até obter um cor sólida. Dica: entre cada demão limpe o bico do spray virando a lata de cabeça para baixo dando alguns jatos curtos até parar de sair tinta, só gaz.  Jatos curtos senão você acaba com o gaz.

Outros grafismos podem ser inseridos usando os mesmos recursos anteriores. Ao terminar lembre-se de limpar o bico do spray para usos posteriores.

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Artesanato / Madeira / Móbile / Wooden Mobile

25/06/2007

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MÓBILE

Nosso projeto de hoje é um Móbile.
(Móbile ou Móbil que são placas ou discos que podem ser de diferentes formas pendurados por fios que se agitam ao vento em movimentos imprevisíveis. Inventados por Alexander Calder (1898-1976) os primeiros móbiles datam de 1932 – Calder foi o primeiro a explorar o movimento em esculturas.

Vamos então ao projeto:

Materiais:
-Placa de MDF de 5 mm de espessura e seu tamanho depende de quantos elementos terá seu móbile. Tome por base que a área total deste que apresentamos é de 150 mm de diâmetro.
-Material de desenho
-Furadeira com broca 8
-Serra tico-tico elétrica ou manual com serra de acabamento fino
-Lixa 120 para madeira
-Tinta látex branca
-Tinta acrílica ou esmalte sintético nas cores de sua preferência.

(Lembre-se de usar óculos protetores, ter a peça a ser cortada bem fixada a uma base e um local para corte, limpo de objetos. Cuidado com suas mãos.

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-Com o projeto em mãos trace o desenho sobre o MDF ou decalque sobre ele.
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-A área em cinza no desenho técnico deve ser retirada. Faça um furo próximo à aresta de onde vai cortar, para que a serra possa entrar diretamente no ponto de corte. Dê preferência a cortar o risco mais externo da área que deverá ser extraída.
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-Recorte com calma e com cuidado, inclinando a serra lentamente para acompanhar o risco curvo.
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-Retirado o disco interno é hora de tirar a diferença do espaço que fica entre os dois círculos para que haja liberdade de movimento entre as peças.
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-Recorte a borda externa do Sol.
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-Lixe as imperfeições deixadas pela operação de serrar, faça os furinhos para os fios e… pronto! Vamos pintar!
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-Primeiro uma demão de branco. (Não esqueça de forrar tudo e limpar os materiais usados para pintura).
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-Depois as cores; a cobertura sobre o branco fica a seu critério, nós achamos que assim, meio manchado, ficou mais bonito.
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-Prenda o fio para unir as 2 peças e em seguida o fio para pendurar o conjunto.
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– Pendure em lugar que permita a passagem do vento para que o seu móbile seja dinâmico. Prenda diretamente no teto ou em um suporte para vaso, que afaste o móbile da parede.
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Artesanato / Arte / Xilografia / Art / Xylography

21/05/2007

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XILOGRAFIA / XILOGRAVURA

Este sistema é um dos mais antigos métodos de gravação e seu nome deriva do grego xylon (madeira) e grafos (gravar).
O processo xilográfico consiste em entalhar linhas sobre uma prancha de madeira, pensando que as partes visíveis serão as que estiverem em relevo e que as sem impressão serão as que estarão em baixo relevo.

Este tipo de impressão -conta a história- já se praticava no Oriente desde o século VII e era utilizado especialmente para a estampa de tecidos. Aparece na Europa muito tempo depois e os primeiros registros são do século XIV em estampas religiosas e calendários. Com a difusão do papel na Europa no século XV houve uma expansão da xilografia. A maior expressão da xilogravura tem destaque na Alemanha com a presença de Albert Dürer (1471-1528). Outro artista, no século XVII destacou-se na xilografia, Lucas Cranach e a partir do século XVII começa a substituição da base de madeira pela de metal.
Graças à precisão artística alcançada pela técnica, no século XIX foi muito utilizada para a ilustração de livros e de periódicos.

adurer-melancolia01.jpg Lucas Cranach-Werwolf

Vamos aos passos para a confecção de xilogravuras:

1- Escolha uma base de madeira uniforme para que a impressão seja homogênea; evite madeiras com defeitos ou nós. A madeira pode ser de qualquer espécie e no Brasil temos muita disponibilidade de madeiras com as características certas como a peroba rosa, a peroba do campo, o pequia marfim , a goiabeira, a canela etc…
A regra básica diz que em trabalhos muito detalhados usa-se madeira dura e em trabalhos com grandes áreas menos detalhadas podem ser usadas madeiras mais macias tipo cerejeira, cedro e pinho. Há a necessidade de se preparar a madeira com lixas cada vez mais finas para eliminar qualquer imperfeição e deixar a superfície como se tivesse sido polida. Aí estará pronta para receber o desenho e o entalhe.

2- Escolhido o desenho deve-se transferi-lo usando carbono ou pode-se desenhar diretamente na madeira. Escolha uma maneira de determinar o que será escavado e o que ficará; para isso pode-se usar tinta nanquim nas áreas que ficarão ou achurar (riscar leve e continuamente) com o lápis. Lembre-se, que o desenho ficará invertido; se for escrever algo, as letras deverão estar invertidas da mesma forma que um carimbo.

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3- As ferramentas para o entalhe podem ser a goiva,

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o buril,

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formão e a faca. Com cada formato de ponta se obtém um resultado de acabamento e precisão diferentes, o que deve ser testado e experimentado em outro pedaço que não será usado para saber o que esperar de cada tipo.
Devem estar sempre bem afiadas e depois de usadas, ser armazenadas com muito cuidado.
Acidentes durante o entalhe são frequentes e para evitá-los faça você mesmo algum tipo apoio para evitar que a base se mova e escape da sua mão.
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4- É hora de começar! Escolhidas as ferramentas, entalhe e retire da superfície o que não vai querer que saia na impressão. Lembre-se: a profundidade do entalhe está diretamente ligada à limpeza da área sem impressão; se não for tirado o suficiente, ao entintarmos a madeira corremos o risco de a tinta encostar na área determinada para não imprimir e surgir como impressão numa área não desejada. Com o tempo e a prática você poderá fazer experiências, como riscar  áreas que deveriam ser pretas chapadas e criar com isso, diferentes efeitos e texturas.xilogravura-01a.jpg
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5- Original pronto, vamos à impressão. Sobre uma superfície lisa (vidro, granito etc…) coloque uma pequena quantidade de tinta e com o auxílio de um rolo (especial para entintar) espalhe a tinta até obter uma distribuição homogênea; isso é necessário para distribuir uniformemente a tinta no rolo. Passe em seguida o rolo sobre a matriz de madeira, preferencialmente no sentido da fibra e entinte uniformemente, sem pressionar.

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Rolo Entintar Xilografia

Em seguida, com toda a delicadeza pouse o papel para onde será transferida a tinta por sobre a matriz e munido de uma colher de pau esfregue o fundo da colher sobre o papel que está sobre a matriz em movimentos circulares e exercendo pressão suficiente.

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Depois de perceber que toda área de impressão foi trabalhada, retire o papel puxando por uma das pontas, levantando lentamente.

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Esta primeira prova é chamada de “Prova de Estado” ou “PE”. Após algumas PE a madeira já deve ter absorvido bem a tinta, proporcionando provas sem falhas e então é hora de fazer as cópias que poderão ser numeradas; caso pretenda fazer 50 copias dessa matriz, na primeira escreva a lápis em um canto de sua gravura 1/50 e assine sua obra, 2/50 e assinatura e assim por diante. Se for comercializá-las essa numeração será importante. Caso escolha algumas para você mesmo, (o que geralmente oscila entre 10% do total), essas provas serão chamadas de “Prova do Artista” ou “PA”, e deverão ter antes do número, a sigla PA.
Deixe secar muito bem antes de colocar uma cópia sobre a outra.
Parabéns.

Obs.: Existem outros materiais sobre a qual se podem fazer entalhes obtendo também boas impressões e são eles a madeira compensada e o linóleo. Outro material que surgiu recentemente e vem fazendo sucesso na indústria moveleira é o MDF que tem superfície bem lisa, e também muito boa para entalhar pois não tem direção de fibras.
Obs.: A colher de pau é uma adaptação dos nossos dias mas é o “Baren” a ferramenta correta para pressionar o papel contra a matriz de forma homogênea

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Muito importante em nossa cultura, a arte da Xilografia ou Xilogravura teve grande participação na arte de cordel. Estas obras se caracterizam por poesias populares que inicialmente se propagavam de forma oral e depois passaram a ser impressas. Como estes folhetins precisavam de capa, vários ilustradores surgiram para este fim. Um dos mais famosos artistas brasileiros é José Francisco Borges, que aos 29 anos começou a escrever poemas  e no seu primeiro utilizou-se de um ilustrador local para fazer a matriz de sua capa. Como não tinha dinheiro para contratar tais profissionais para suas poesias seguintes, começou a fazer suas próprias matrizes e ilustrações e não parou mais. Tendo feito mais de 200 ilustrações para lieraturas de cordel, sua arte aumentou de tamanho e dentro do tema vida nordestina confeccionou varias imagens que foram descobertas por marchands do Brasil e do mundo. J. Borges, como assina, já expos seus trabalhos várias vezes na Europa e Estados Unidos.

Sua obra tornou-se tão respeitada e conhecida no Brasil que até participou de aberturas de novelas como o grande sucesso “Roque Santeiro”. Ainda hoje novelas se inspram nesse visual quando o tema é o sertão do nordeste.


Dentre muitas obras de J. Borges está “A moça roubada”.

A Moça Roubada

Muito apreciada a xilogravura também serve de inspiração para materiais promocionais como os calendários abaixo.

   

Com relação aos materiais para sua confecção, indicamos principalente as tintas. Algumas marcas boas são a LUKAS, SAKURA, TALENS e a SPEEDBALL. Por se tratar de material importado, o custos das tintas especiais para xilogravura é alto e os tubos vêm em pouca quantidade. Para resolver este problema com uma solução local, procure uma gráfica perto e sua casa e peça ao proprietário um pouco de tinta de impressão offset que servirá da mesma forma e existem nas cores Preta, Azul (cyan), Magenta (um rosa escuro) e Amarela. A mistura destas dará uma gama de cores muito boa para se iniciar nesta arte tão fantástica. Segue aqui o link do site da Speedball na parte de materiais para xilografia em geral, que já podem ser encontrados em lojas de material artístico aqui no Brasil.             http://www.speedballart.com/our-products.php?cat=13

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Ferramentas / Chaves de fenda

06/05/2007

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A ferramenta da qual vamos falar desta vez é a Chave de Fenda.

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Uma das mais populares ferramentas a chave de fenda na sua grande maioria é composta de um cabo, geralmente de plástico ou resina, e uma parte de metal com a ponta ou cabeça especialmente desenhada para do parafuso que ira apertar ou soltar.

Função: Girar, gerando aperto de partes ou girar em sentido contrário desapertando.

Manutenção: Para que uma chave de Fenda tenha sua eficiência em 100%, alguns cuidados são necessários

-Não deixe que a ponta fique arredondada ou sem que as arestas estejam bem agudas e retas. Mantenha-as perfeitas esmerilhando-as ligeiramente.
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-Não utilize chaves menores que as fendas pois esta operação estraga não só a chave como também as bordas dos parafusos, causando escapes na hora do aperto e da soltura.

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-Utilize sempre a chave que mais se adeque à bitola do parafuso, em espessura e largura fenda02.jpg

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Outra bem comum é a chave Phillips phillips.jpgque juntamente com os parafusos Phillips foi Inventada por Henry F. Phillips (1890-1958) um homem de negócios de Portland-Oregon.
Graças a indústria automobilística foi muito difundida na época, e apesar de seu inventor ter recebido por sua patente, este design foi muito copiado na época até que em 1949 perdeu sua patente para uma grande empresa americana.

Com o avanço e o desenvolvimento das empresas responsáveis pelo modelo Phillips (Philips Screw Company e American Screw Cmmpany ) desenvolveram o modelo Pozidriv (positve drive)pozidriv.jpgque com esta aparentemente pequena alteração trouxe maior torque e menor escape da chave.

Também muito eficiente o modelo Torx tork1.jpgfoi desenvolvido pela empresa TEXTRON. Seu formato de estrela agregava à cabeça da chave maior resistência ao escape e torque do que as cabeças Philips e Fenda Comum. É encontrado na Ind. automobilística, Ind. eletrônica e Informática. Sua forma de medidas usa a letra “T” antes do número que corresponde ao seu tamanho e os tamanhos combinam com cores em seu cabo.

Chave Allen, allen.jpgtambém conhecida como Hexa pelo seu desenho interno de hexágono. Originalmente foi marca da Allen Manufacturing Company em Hartford-Connecticut em 1943. Esta chave além da apresentação no formato de chave de fenda usa chaves em formato de “L”. Existem patentes Européias deste modelo desde 1936.

Mais um modelo bem usado o ROBERTSON robertson.jpg também chamado de Quadrado, tem em seu formato outro modelo de pega forte e bom torque sem escapes. Inventada pelo canadense P.L. Robertson em 1908 e patenteado 1909. Assim como a chave modelo Torx seu cabo recebe cores que ajudam a informar seu tamanho.

Quanto aos parafusos, escreveremos mais à frente.

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Ferramentas

05/05/2007

titulo-ferram-a.jpg

O termo ferramenta originou-se do Latim ferramentas que significa “conjunto de instrumentos de ferro”. Utensílio físico ou intelectual utilizado pelo homem que no no caso da utilidade física agrega uma vantagem mecânica.

Prova da evolução do homem,  a ferramenta como instrumento feito para determinados propósitos tem seu início a pelo menos 2 milhões de anos atrás.

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