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Reciclagem / Vasinhos Ecológicos – Feitos com rolinhos de papel higiênico / flower pots ecological – made with toilet paper rolls / Maceta Ecológica – hice con rollos de papel higiénico

06/10/2015

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Vasinhos feitos com rolinhos de papel higiênico

Rolinhos de papel higiênico geralmente costumam ser enviados para reciclagem, ou em alguns casos, infelizmente, para o lixo. Hoje nosso projeto será sobre o aproveitamento destes rolinhos, vamos fazer vasinhos recicláveis para mudinhas. O serviço vai ser completo, além de reutilizarmos este produto de papel, ele poderá ajudar no cultivo de mudas, que lá permanecerão até o momento do replantio em um local final. Vamos lá?

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Para este projeto vamos precisar de: Rolinho de papel higiênico, tesoura, régua, caneta esferográfica, e uma caneta de tinta permanente (tipo de escrever em CD e DVD).

Com a caneta faça uma marcação distante 3 centímetros de um dos lados e outra marcação de 2 centímetros, na borda oposta (como na imagem).

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Recorte completamente o lado com 3 cm e este pedacinho já pode ser colocado para reciclagem.

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A seguir amasse fazendo dois vincos na borda do lado da marcação de 2 cm sem amassar demais o restante do rolo. Isto feito, junte os dois vincos já realizados amassando novamente o rolinho obtendo assim mais dois vincos.

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Com os vincos marcados teremos 4 vincos que dividirão o rolinho em 4. Com a tesoura corte o rolinho no sentido do comprimento até o limite de sua linha que marca os 2cm da borda, desta forma, teremos 4 abas de 2cm de altura que delicadamente deverão ser dobradas para dentro do rolinho. Estas 4 abas devem ter no ponto da dobra uma vincagem feita com a mão para que a borda fique bem retinha.

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Dobradas e com as arestas bem vincadas devem ser novamente abertas para que se faça o travamento delas de forma a se manterem fechadas. Como mostra a imagem, você deve usar o mesmo tipo e fechamento que usa quando monta um fundo de caixa sem o uso de cola ou fita adesiva. Uma aba por cima da outra até o final. É fácil, observe a imagem.

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Depois de fechado sua aparência externa e interna ficará assim. Este tipo de fechamento permite que ele se mantenha as abas travadas permitindo a passagem da água, mas retenha a terra de seu vasinho.

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Pronto, ele ficará em pé com uma base bem sólida. Você poderá decorar como quiser, eu, escolhi fazer uma carinha com a caneta de tinta permanente (este tipo de tinta não borrará no momento que regar o vasinho e o papel molhar), você poderá desenhar flores, zig zag, o que gostar mais, ou até escrever o nome da plantinha daquele vasinho.

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O momento agora é de finalizar nosso vasinho. Coloque terra bem fofa até a borda, e com auxílio de um palito faça uma abertura no centro da terra e introduza a mudinha que quer que cresça até o momento de trocar de vaso. Após plantada coloque mais um pouquinho de terra, pois quando fizer a primeira rega o nível da terra vai baixar. Escolha o local aonde vai ficar e pode molhar. O papel deverá se manter até o momento da troca para o vaso final. Para retirar a planta do vasinho é super fácil. A terra molhada deverá deixar o rolinho bem molinho, aí é só ir soltando o papel.

Quantos mais fizer, mais carinhas e desenhos vão alegrar seu jardim. Vamos fazer? Mãos a obra!

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Jardinagem / Vaso Rolha com Suculentas / Pot made of cork bottle with succulents

06/09/2015

Dutra Máquinas

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Olá pessoal.

Faz tempo não colocamos um projeto de Jardinagem para vocês, então segue aqui um conjunto de vasinhos confeccionados com rolhas de champagne feitas com cortiça.

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As plantas usadas são as suculentas, plantas que estão sendo muito utilizadas em decorações modernas, em apartamentos e pequenos jardins. Sua manutenção não demanda muitos cuidados, porém, como este nosso vasinho tem pouca área de terra é preciso uma observação diária.

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Sempre que acontece uma festa de casamento ou alguma comemoração em que este tipo de bebida é usada, pronto: rolhas voam e caem nos cantos mais escondidos. Colecione algumas para que seu conjunto de mini vasinhos seja feito.

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O lado a ser furado para cavar o interior do nosso vasinho é aquele que fica voltado para a bebida quando na garrafa. Para furar, uma furadeira e uma broca chata que não vamos falar aqui a medida, pois ela dependerá da largura desta parte da rolha. A profundidade da broca será o suficiente para deixar um fundo de mais ou menos 5mm. No centro deste furo pelo lado oposto, utilizando-se de um prego, faça um furo que alcance a parte oca interna para que a água não acumule no vasinho.

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Agora precisaremos de um alicate e um pedaço de arame, preferencialmente de material anodizado ou cobre, para evitar que o contato com a água venha a enferrujá-lo. Dobrar ao meio e com a ajuda do alicate de bico dobre as extremidades conforme a foto.

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Ainda com o alicate de bico, pressione as pontas do gancho confeccionado contra a parede externa do vasinho rolha, tomando o cuidado de calcular a altura desta colocação e deixando o fim do gancho próximo da borda, mas de forma a não aparecer além da borda.

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As pontas do nosso gancho devem aparecer do lado interno do vasinho rolha e dobradas com a ponta do alicate e pressionadas contra a parede interior.

A aparência externa deve se assemelhar a esta da foto. Este gancho tem a finalidade de pendurar estes vasinhos onde você bem desejar, desde que longe do sol direto mas próximo da luz solar.

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Agora é só colocar  uma mistura de  2/3 de terra adubada e 1/3 de areia. Quanto à plantinha escolhida adquira ou peça mudinhas de suculentas aos parentes e amigos. Corte na diagonal com uma faca bem afiada, um cabinho da suculenta escolhida e insira um centímetro pra dentro. Algumas suculentas geram brotinhos que se desenvolvem ao lado da planta mãe que devem ser colocados durante alguns dias sobre uma porção de areia sem plantar a mudinha no solo, e verá que as raízes vão surgindo e quando as raízes estiverem bem desenvolvidas é só plantar. Procure informações na internet sobre propagação e maiores cuidados com as suculentas. A observação e a rega são muito importantes nas primeiras semanas. Não se esqueça que mesmo com as regas menores a quantidade de terra é muito pequena e deverá secar rapidamente.

Mãos a obra.

E se quiser mais algumas informações e imagens, o filme deste projeto está no Youtube. Visite, e assista o filme deste projeto no Youtube acessando o filme no final desta página.

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Artesanato / Reciclável / Regador / Crafts / Recyclable / Watering

15/08/2013
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Regador- Produzido com embalagem de Sabão Líquido

Olá! Faltava em nosso blog posts que sugerissem projetos em que nos utilizamos de materiais já usados e prontos para o descarte correto, os recicláveis. Desenvolvimento sustentável e sem agredir o meio ambiente tem como base os 3 Rs: REDUZIR, REUTILIZAR e RECICLAR.

Com este projeto, estaremos REUTILIZANDO uma embalagem, que poderia estar indo para reciclagem, e a transformamos, dando novo uso a ela.

reg_01AUma embalagem de Sabão Líquido, que se encontra facilmente nos mercados, com pouco passos pode se transformar em um prático regador.

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Para sua execução vamos precisar de uma embalagem vazia, que deverá ser bem lavada e enxaguada várias vezes, até não sair mais água com espuma. Se o cheiro persistir, deixe-a cheia de água com uma boa dose de vinagre por alguns dias, repetindo a operação caso seja necessário. Se sobrar apenas o cheiro, tudo bem, o importante é não conter mais resíduos de sabão.

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Iremos precisar dos seguintes materiais:

  • Lâmina de serra;
  • Estilete (faquinha com lâminas de corte);
  • Caneta de tinta permanente ou de retroprojetor (precisa marcar o plástico);
  • Um pedaço de lixa;
  • Cola quente;
  • Serras de copo para furadeira (pode ser substituído por uma tesoura de ponta).

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O primeiro passo é marcar com a caneta o formato que deseja para a abertura de seu regador, sobre o gargalo da embalagem. Comece fazendo um corte no lugar menos espesso com o estilete, e depois insira a serra e vá cortando sobre o risco. Se preferir use o estilete ou uma tesoura de ponta para o processo todo, mas tenha o dobro do cuidado, pois esses instrumentos requerem atenção e alguma habilidade com seu manuseio. Após retirar o gargalo, reserve-o e lixe-o juntamente com a aresta do buraco, para dar acabamento a ambos.

reg_04A tampa também precisará de corte, na parte em que que excede o final da rosca (nem todas as marcas possuem este excesso).

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Utilizando-se do gargalo retirado, faça uma marcação sobre a lateral da embalagem com a circunferência interna do gargalo. Deve ser a interna, e não a externa. A altura da marcação determinará até onde você poderá encher seu regador. Faça numa altura que deixe a peça com aspecto de regador. Da mesma forma que no processo de retirada do gargalo, faça este furo, lembrando sempre de ter muito cuidado com o uso de ferramentas cortantes.

Caso tenha serra de copo, utilize da furadeira com a serra de copo com o diâmetro que mais se aproxime da parte interna do gargalo. Novamente, passe lixa sobre a borda do furo para gerar um bom acabamento. Não exagere na força, basta tirar as rebarbas mais aparentes.

reg_07reg_08Agora, pegamos o gargalo e retiramos o excedente de plástico ao seu redor, utilizando uma tesoura. Retire apenas o que sobra antes de chegar no fim do gargalo. O apoio que limita a a rosca da tampa deve ser mantido. A tampa receberá um furo que terá o diâmetro que você desejar.

A escolha do diâmetro do furo determinará mais ou menos água. Este furo da foto possui aproximadamente 7 milíletros de diâmetro. Outra sugestão é fazer diversos furos na tampa, deixando-a como um chuveirinho, outro tipo de regador. Se você tiver outro pote igual, pode ter uma tampa de cada tipo, para diferentes ocasiões e usos.

Com cada uma das peças, gargalo e tampa, você colocará o gargalo por dentro e a tampa por fora.  Ao inserir o gargalo por dentro da embalagem ele deve passar apertado pelo furo (o que evitará vazamentos) e sairá para fora da embalagem até que aquele limite citado antes.

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Do lado de fora a tampa deverá ser rosqueada e apertada o suficiente, girando o gargalo por dentro para que o furo na tampa fique posicionado para baixo. Posicionando o furo dessa maneira, a saída de água será facilitada.

Caso haja vazamento de água, contorne toda a rosca na parte interna do regador com cola quente. Deixe secar por uma hora e teste para ver se ainda há escape de água, consertando esses possíveis vazamentos.

reg_11Outros projetos podem ser criados partindo deste raciocínio. Na foto acima, utilizamos uma embalagem de óleo para motores de automóveis para criar um protetor contra chuva e Sol para tomadas e interruptores externas.

No futuro, outros projetos de reutilização serão apresentados aqui. Enquanto isso, desenvolva os seus com sua criatividade, e colabore para que não tenhamos tantos materiais sem um segundo ou terceiro uso. Até.

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Jardinagem / Trocando plantas de Vasos

04/07/2011
Dutra Máquinas

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Inaugurando nossa área de Jardinagem, vamos mostrar aqui um maneira de trocar suas plantas de vaso. Várias são as necessidades pela qual se deve substituir uma planta de seu atual vaso. Algumas delas seriam: o vaso já está desproporcional à planta que cresceu; está com sua raízes ocupando boa parte do conteúdo deste vaso, ou saindo pelo orifício do fundo; etc.. Em qualquer destas razões a planta tem o substrato da qual retira seus nutrientes diminuído drasticamente, o que compromete o crescimento e desenvolvimento da planta. Vamos ao projeto então.

  

Primeiro, claro, uma planta, nova ou uma que necessita ser trocada de vaso. Um vaso, de preferência de barro, pois os vasos de barro ou cerâmica absorvem parte da água da rega, mantendo a umidade e a temperatura interior fresca. Sua base não deve ser tão pequena para que o equilíbrio seja mantido com o crescimento da planta. Como se trata de um vaso e não um cachepot, o fundo deverá ser furado.

  

Para evitar que a água se mantenha no fundo do vaso, empapando a terra, ou a que a terra saia pelo furo no fundo do vaso, recomenda-se que se coloque ou essas bolinhas de argila cujo nome comercial é “argila expandida” ou cacos de azulejos, pedrinhas ou até mesmo pedaços de vasos que quebram. Isso auxilia na drenagem deste vaso. A terra, esta deverá ser uma terra já tratada e rica em nutrientes. As mais comuns são a terra preta, a terra com húmus, a terra estercada, a dubada, etc…

  

Alguns outros materiais são igualmente necessários: pás, ancinhos, garfinhos, etc… todos em tamanho proporcional a cuidados em vasos. Os caquinhos ou argila expandida devem ser colocados no fondo do vaso de modo a não ipmedir o escoamento da água , mas manter a terra em seu interior.

  

Sobre estes cacos a terra deverá ser colocada até aproximadamente a metade do vaso ou o suficiente para a planta e sua raiz ficarem próximas da borda. O torrão da raiz, se for replantio por problemas de excesso de raiz, deverá receber uma poda desta imensa raiz e seu torrão ligeiramente quebrado. Neste momento a planta deverá ser cuidadosamente retirada do antigo vaso. Para facilitar a retirada do vaso, regue na noite anterior para que a terra fique bem úmida. Segure com a mão a base da planta e, inclinado o vaso, exerça uma pequena pressão para fora. Nos vasos cujas raízes estão tomando todo o seu interior sua extração será mais difícil. Não hesite em quebrar o vaso para não danificar a planta na operação de retirada.

   

Complete com a terra restante e distribua-a pela superfície usando as ferramentas adequadas para a tarefa.

  

Complete com terra até chegar a aproximadamente dois centímetros da borda e regue sem molhar as folhas e as flores até deixar a terra bem úmida sem encharcar . Parabéns, seu vaso está replantado. Dependendo das condições e do clima, molhe a cada 4 dias e adube pelo menos uma vez a cada mês.

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Artesanato / Arte / Xilografia / Art / Xylography

21/05/2007

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XILOGRAFIA / XILOGRAVURA

Este sistema é um dos mais antigos métodos de gravação e seu nome deriva do grego xylon (madeira) e grafos (gravar).
O processo xilográfico consiste em entalhar linhas sobre uma prancha de madeira, pensando que as partes visíveis serão as que estiverem em relevo e que as sem impressão serão as que estarão em baixo relevo.

Este tipo de impressão -conta a história- já se praticava no Oriente desde o século VII e era utilizado especialmente para a estampa de tecidos. Aparece na Europa muito tempo depois e os primeiros registros são do século XIV em estampas religiosas e calendários. Com a difusão do papel na Europa no século XV houve uma expansão da xilografia. A maior expressão da xilogravura tem destaque na Alemanha com a presença de Albert Dürer (1471-1528). Outro artista, no século XVII destacou-se na xilografia, Lucas Cranach e a partir do século XVII começa a substituição da base de madeira pela de metal.
Graças à precisão artística alcançada pela técnica, no século XIX foi muito utilizada para a ilustração de livros e de periódicos.

adurer-melancolia01.jpg Lucas Cranach-Werwolf

Vamos aos passos para a confecção de xilogravuras:

1- Escolha uma base de madeira uniforme para que a impressão seja homogênea; evite madeiras com defeitos ou nós. A madeira pode ser de qualquer espécie e no Brasil temos muita disponibilidade de madeiras com as características certas como a peroba rosa, a peroba do campo, o pequia marfim , a goiabeira, a canela etc…
A regra básica diz que em trabalhos muito detalhados usa-se madeira dura e em trabalhos com grandes áreas menos detalhadas podem ser usadas madeiras mais macias tipo cerejeira, cedro e pinho. Há a necessidade de se preparar a madeira com lixas cada vez mais finas para eliminar qualquer imperfeição e deixar a superfície como se tivesse sido polida. Aí estará pronta para receber o desenho e o entalhe.

2- Escolhido o desenho deve-se transferi-lo usando carbono ou pode-se desenhar diretamente na madeira. Escolha uma maneira de determinar o que será escavado e o que ficará; para isso pode-se usar tinta nanquim nas áreas que ficarão ou achurar (riscar leve e continuamente) com o lápis. Lembre-se, que o desenho ficará invertido; se for escrever algo, as letras deverão estar invertidas da mesma forma que um carimbo.

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3- As ferramentas para o entalhe podem ser a goiva,

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o buril,

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formão e a faca. Com cada formato de ponta se obtém um resultado de acabamento e precisão diferentes, o que deve ser testado e experimentado em outro pedaço que não será usado para saber o que esperar de cada tipo.
Devem estar sempre bem afiadas e depois de usadas, ser armazenadas com muito cuidado.
Acidentes durante o entalhe são frequentes e para evitá-los faça você mesmo algum tipo apoio para evitar que a base se mova e escape da sua mão.
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4- É hora de começar! Escolhidas as ferramentas, entalhe e retire da superfície o que não vai querer que saia na impressão. Lembre-se: a profundidade do entalhe está diretamente ligada à limpeza da área sem impressão; se não for tirado o suficiente, ao entintarmos a madeira corremos o risco de a tinta encostar na área determinada para não imprimir e surgir como impressão numa área não desejada. Com o tempo e a prática você poderá fazer experiências, como riscar  áreas que deveriam ser pretas chapadas e criar com isso, diferentes efeitos e texturas.xilogravura-01a.jpg
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5- Original pronto, vamos à impressão. Sobre uma superfície lisa (vidro, granito etc…) coloque uma pequena quantidade de tinta e com o auxílio de um rolo (especial para entintar) espalhe a tinta até obter uma distribuição homogênea; isso é necessário para distribuir uniformemente a tinta no rolo. Passe em seguida o rolo sobre a matriz de madeira, preferencialmente no sentido da fibra e entinte uniformemente, sem pressionar.

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Rolo Entintar Xilografia

Em seguida, com toda a delicadeza pouse o papel para onde será transferida a tinta por sobre a matriz e munido de uma colher de pau esfregue o fundo da colher sobre o papel que está sobre a matriz em movimentos circulares e exercendo pressão suficiente.

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Depois de perceber que toda área de impressão foi trabalhada, retire o papel puxando por uma das pontas, levantando lentamente.

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Esta primeira prova é chamada de “Prova de Estado” ou “PE”. Após algumas PE a madeira já deve ter absorvido bem a tinta, proporcionando provas sem falhas e então é hora de fazer as cópias que poderão ser numeradas; caso pretenda fazer 50 copias dessa matriz, na primeira escreva a lápis em um canto de sua gravura 1/50 e assine sua obra, 2/50 e assinatura e assim por diante. Se for comercializá-las essa numeração será importante. Caso escolha algumas para você mesmo, (o que geralmente oscila entre 10% do total), essas provas serão chamadas de “Prova do Artista” ou “PA”, e deverão ter antes do número, a sigla PA.
Deixe secar muito bem antes de colocar uma cópia sobre a outra.
Parabéns.

Obs.: Existem outros materiais sobre a qual se podem fazer entalhes obtendo também boas impressões e são eles a madeira compensada e o linóleo. Outro material que surgiu recentemente e vem fazendo sucesso na indústria moveleira é o MDF que tem superfície bem lisa, e também muito boa para entalhar pois não tem direção de fibras.
Obs.: A colher de pau é uma adaptação dos nossos dias mas é o “Baren” a ferramenta correta para pressionar o papel contra a matriz de forma homogênea

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Muito importante em nossa cultura, a arte da Xilografia ou Xilogravura teve grande participação na arte de cordel. Estas obras se caracterizam por poesias populares que inicialmente se propagavam de forma oral e depois passaram a ser impressas. Como estes folhetins precisavam de capa, vários ilustradores surgiram para este fim. Um dos mais famosos artistas brasileiros é José Francisco Borges, que aos 29 anos começou a escrever poemas  e no seu primeiro utilizou-se de um ilustrador local para fazer a matriz de sua capa. Como não tinha dinheiro para contratar tais profissionais para suas poesias seguintes, começou a fazer suas próprias matrizes e ilustrações e não parou mais. Tendo feito mais de 200 ilustrações para lieraturas de cordel, sua arte aumentou de tamanho e dentro do tema vida nordestina confeccionou varias imagens que foram descobertas por marchands do Brasil e do mundo. J. Borges, como assina, já expos seus trabalhos várias vezes na Europa e Estados Unidos.

Sua obra tornou-se tão respeitada e conhecida no Brasil que até participou de aberturas de novelas como o grande sucesso “Roque Santeiro”. Ainda hoje novelas se inspram nesse visual quando o tema é o sertão do nordeste.


Dentre muitas obras de J. Borges está “A moça roubada”.

A Moça Roubada

Muito apreciada a xilogravura também serve de inspiração para materiais promocionais como os calendários abaixo.

   

Com relação aos materiais para sua confecção, indicamos principalente as tintas. Algumas marcas boas são a LUKAS, SAKURA, TALENS e a SPEEDBALL. Por se tratar de material importado, o custos das tintas especiais para xilogravura é alto e os tubos vêm em pouca quantidade. Para resolver este problema com uma solução local, procure uma gráfica perto e sua casa e peça ao proprietário um pouco de tinta de impressão offset que servirá da mesma forma e existem nas cores Preta, Azul (cyan), Magenta (um rosa escuro) e Amarela. A mistura destas dará uma gama de cores muito boa para se iniciar nesta arte tão fantástica. Segue aqui o link do site da Speedball na parte de materiais para xilografia em geral, que já podem ser encontrados em lojas de material artístico aqui no Brasil.             http://www.speedballart.com/our-products.php?cat=13

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Ferramentas / Chaves de fenda

06/05/2007

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A ferramenta da qual vamos falar desta vez é a Chave de Fenda.

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Uma das mais populares ferramentas a chave de fenda na sua grande maioria é composta de um cabo, geralmente de plástico ou resina, e uma parte de metal com a ponta ou cabeça especialmente desenhada para do parafuso que ira apertar ou soltar.

Função: Girar, gerando aperto de partes ou girar em sentido contrário desapertando.

Manutenção: Para que uma chave de Fenda tenha sua eficiência em 100%, alguns cuidados são necessários

-Não deixe que a ponta fique arredondada ou sem que as arestas estejam bem agudas e retas. Mantenha-as perfeitas esmerilhando-as ligeiramente.
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-Não utilize chaves menores que as fendas pois esta operação estraga não só a chave como também as bordas dos parafusos, causando escapes na hora do aperto e da soltura.

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-Utilize sempre a chave que mais se adeque à bitola do parafuso, em espessura e largura fenda02.jpg

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Outra bem comum é a chave Phillips phillips.jpgque juntamente com os parafusos Phillips foi Inventada por Henry F. Phillips (1890-1958) um homem de negócios de Portland-Oregon.
Graças a indústria automobilística foi muito difundida na época, e apesar de seu inventor ter recebido por sua patente, este design foi muito copiado na época até que em 1949 perdeu sua patente para uma grande empresa americana.

Com o avanço e o desenvolvimento das empresas responsáveis pelo modelo Phillips (Philips Screw Company e American Screw Cmmpany ) desenvolveram o modelo Pozidriv (positve drive)pozidriv.jpgque com esta aparentemente pequena alteração trouxe maior torque e menor escape da chave.

Também muito eficiente o modelo Torx tork1.jpgfoi desenvolvido pela empresa TEXTRON. Seu formato de estrela agregava à cabeça da chave maior resistência ao escape e torque do que as cabeças Philips e Fenda Comum. É encontrado na Ind. automobilística, Ind. eletrônica e Informática. Sua forma de medidas usa a letra “T” antes do número que corresponde ao seu tamanho e os tamanhos combinam com cores em seu cabo.

Chave Allen, allen.jpgtambém conhecida como Hexa pelo seu desenho interno de hexágono. Originalmente foi marca da Allen Manufacturing Company em Hartford-Connecticut em 1943. Esta chave além da apresentação no formato de chave de fenda usa chaves em formato de “L”. Existem patentes Européias deste modelo desde 1936.

Mais um modelo bem usado o ROBERTSON robertson.jpg também chamado de Quadrado, tem em seu formato outro modelo de pega forte e bom torque sem escapes. Inventada pelo canadense P.L. Robertson em 1908 e patenteado 1909. Assim como a chave modelo Torx seu cabo recebe cores que ajudam a informar seu tamanho.

Quanto aos parafusos, escreveremos mais à frente.

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Ferramentas

05/05/2007

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O termo ferramenta originou-se do Latim ferramentas que significa “conjunto de instrumentos de ferro”. Utensílio físico ou intelectual utilizado pelo homem que no no caso da utilidade física agrega uma vantagem mecânica.

Prova da evolução do homem,  a ferramenta como instrumento feito para determinados propósitos tem seu início a pelo menos 2 milhões de anos atrás.

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